São Paulo

Onde comer em São Paulo

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  1. Bar Veloso

    Chegue cedo a este pequeno e fantástico boteco, a uma rápida caminhada da estação de metrô Vila Mariana. O público briga pelas poucas mesas e por uma das melhores caipirinhas da cidade, com sabores exóticos (jabuticaba, carambola com manjericão, tangerina com dedo-de-moça; R$15-19), além das coxinhas, chocantes de tão boas (R$20). O molho de pimenta caseiro é o melhor que provamos. Coloque seu nome na lista de espera por uma mesa, mas você vai provavelmente ficar bêbado e empanturrado antes de conseguir uma.

  2. D.O.M.

    O restaurante do célebre chef Alex Atala é pequeno e ilusoriamente casual, servindo uma das comidas mais finas de Sampa, o que diz muito do lugar. De fato, está em 6º lugar na lista S. Pellegrino World’s 50 Best Restaurants, de 2013, onde os gourmets o bajulam incansavelmente. Para uma refeição tipicamente brasileira, alguns dizem que esse é o lugar ideal, apesar de, pessoalmente, não termos ficado impressionados. É necessário fazer reserva.  

  3. Estadão

    Essa clássica lanchonete do centro serve refeições aos trabalhadores a qualquer hora, mas sua especialidade é o sanduíche de pernil, acompanhado de algum queijo de sua preferência (provolone!) e cebolas salteadas. É um das tradições gastronômicas imperdíveis de Sampa.

  4. Maní

    O Maní vai deixá-lo assombrado. Ao mesmo tempo rústico e chique, é tocado por um casal brasileiro/espanhol, e frequentemente tido como o melhor restaurante de comida brasileira de Sampa, e com razão. O inventivo ovo slow-cooked (1½ horas a 63°C) é o mais famoso prato, mas a desconstruída salada Waldorf e a batata frita caseira acompanhada de filé mignon são verdadeiros golpes culinários. Os pratos brasileiros contemporâneos podem ser saboreados melhor quando o seu paladar pode bancar o cardápio da estação com cinco pratos (R$160) ou a degustação (com/sem vinho R$450/310).

  5. Mocotó

    Vale a pena ir à Zona Norte para comer em uma variedade de restaurantes regionais. Rodrigo Oliveira, um impressionante e jovem chef, transformou o tradicional empório do pai em um recanto de especialidades do norte/nordeste. Os almoços de fim de semana são um festival gastronômico, com a procura pela comfort food de preços amigáveis, seguida por centenas de cachaças artesanais. Pegue a linha azul do metrô até o fim, chegando na estação Tucuruvi; de lá, uma corrida de táxi sai entre R$16 e R$20.