Salvador

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  1. Bahiacafé Hotel

    Esse hotel refinado, porém não muito famoso, tem dez quartos bem decorados e excelente localização, perto da agitação no Pelourinho. O café no lobby, cheio de peças de arte produzidas na região e aberto ao público, é o local perfeito para um cappuccino rápido em uma tarde de passeios.

  2. Boipeba

    A sul da ilha de Tinharé, atravessando o estreito rio do Inferno, fica a ilha de Boipeba. O vilarejo de Boipeba, no nordeste da ilha, é tranquilo, rústico e dizem que é o que o Morro era há vinte anos – embora esteja em lenta mudança conforme turistas descobrem esse pequeno paraíso. A costa da ilha é intocada, com mais de 20km de praias lindas e desertas, incluindo a Ponta de Castelhanos, conhecida pelos mergulhos.

  3. Casa do Amarelindo

    Uma mansão colonial do século 19 em um quarteirão de prédios históricos, esse lindo hotel-butique é uma verdadeira joia. Os dez quartos impecavelmente decorados têm camas de excelente qualidade, chuveiros fortes e janelas enormes; há uma adorável piscina no terraço, um bistrô popular e uma pequena academia. Crianças com menos de 14 anos não são permitidas.

  4. Hostel Galeria 13

    Localizado em uma antiga casa colonial, esse hostel tem piscina, sala de estar em estilo marroquino e bar, e faz muito sucesso entre os mochileiros. Embora não tenha cozinha comum, o café da manhã é servido até o meio-dia – e a localização é perfeita. Tem parceria com o excelente bar Zulu, virando a esquina.

  5. Igreja da Ordem Terceira do Carmo

    (entrada por donativo) A igreja original, fundada em 1636, pegou fogo; a estrutura neoclássica atual é de 1828. Na nave, há um órgão francês e uma estátua espetacular de N. Sra. do Carmo. Historiadores alegam que a estátua foi feita à imagem
    de Isabel II, filha de Garcia d’Ávila, o maior proprietário rural do Nordeste. O escultor, conhecido como O Cabra, era um
    escravo sem treinamento artístico nenhum, e diz-se que estava louco pela jovem. O bebê Cristo aninhado no colo da estátua tem traços negros – era como O Cabra imaginava a criança fruto desse amor? O artista levou oito anos para finalizar a imagem de Cristo (1630) em tamanho real, com o sangue feito por 2 mil rubis. Ela está exposta no pequeno museu da igreja.

  6. Igreja e Convento São Francisco

    (entrada R$3) Uma das igrejas mais magníficas do Brasil, a barroca São Francisco está repleta de demonstrações de riqueza e esplendor. Um candelabro de prata de 80kg paira acima de esculturas de madeira folheadas a ouro, e os jardins do convento exibem azulejos portugueses pintados à mão. O complexo foi finalizado em 1723.Forçados a construir a igreja de seus senhores e proibidos de praticar a própria religião, os escravos africanos artesãos responderam com seu trabalho: o rosto dos querubins são distorcidos, alguns anjos são representados com genitálias enormes e outros parecem grávidos. A maioria desses toques criativos foi castamente coberta por sacristãos no século 20. A colorida imagem de São Pedro da Alcântara esculpida pelo santeiro Manoel Inácio da Costa mostra uma figura sofrendo de tuberculose – assim como o próprio artista. Um lado do rosto do santo é mais pálido que o outro, então ele parece ficar mais doente conforme você passa por ele. José Joaquim da Rocha pintou o teto do corredor de entrada usando a técnica de perspectiva, uma novidade no período barroco.

  7. Maria Mata Mouro

    O maravilhoso jardim e a sala de jantar elegante são ótimos cenários para saborear um dos melhores cardápios do Pelô. Você encontra clássicos baianos, frutos do mar frescos e pratos portugueses preparados com um toque gourmet, além de uma variada carta de vinhos e um bartender talentoso misturando coquetéis exclusivos.

  8. Morro de São Paulo

    Bonito como um vilarejo de cartão-postal numa ilha do Mediterrâneo, Morro de São Paulo era o favorito para viagens de fim de semana de turistas e soteropolitanos. Embora seja turístico demais, muitos visitantes não se importam, já que também é um
    paraíso tropical fabuloso, com caminhos de areia, águas calmas e noites à luz de velas. Localizado numa área remota a norte da ilha de Tinharé, o grande atrativo do Morro é seu ritmo lento – carros são proibidos na ilha – e a geografia única: três morros cobertos pela mata no encontro do canal de Taperoá, com seus manguezais, com um claro e raso oceano Atlântico. Durante a alta temporada, o vilarejo se agita, dúzias de vendedores fazem caipirinha de frutas frescas na areia, e dança e música avivam a noite.

  9. Pelourinho

    O destaque da Cidade Alta é o Pelourinho, uma região declarada Patrimônio da Humanidade pela UNESCO, de prédios
    coloniais coloridos e igrejas magníficas. Ao passear pelas ruas de pedra observando a arquitetura antiga da cidade, você vai perceber que o “Pelô” não é só para turistas. Centros culturais e escolas de música, dança e capoeira dominam esses prédios de tons pastel dos séculos 17 e 18. A área vem recebendo um grande trabalho de restauração desde 1993, graças a investimentos da UNESCO. O Pelô perdeu muito da sua personalidade no processo, mas não se pode negar que a área melhorou – e muito – em segurança e preservação.

  10. Pestana Convento do Carmo

    Montado em um convento restaurado do século 17, esse magnífico hotel tem quartos com mobília muito elegante, detalhes do Velho Mundo e conforto moderno, e áreas comuns ainda mais magníficas. Há uma capela de pedra e passarelas sob os arcos ao redor do claustro.