Peru

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  1. Café Inkaterra

    Inigualável como ambiente, esse restaurante à beira do rio ocupa construções de sapé com vista para a água batendo nas pedras. Os preços são bastante razoáveis. Tente o bem preparado lomo saltado com molho saboroso e cebolas vermelhas
    crocantes. Procure bem, porque fica escondido atrás da estação de trem.

  2. Centro Qosqo de Arte Nativo

    Tem apresentações de música e dança andina todos os dias às 18h45

  3. Cevichería La Choza Nautica

    Local surpreendentemente claro em uma área um pouco suja, essa cevichería popular com garçons de gravata-borboleta oferece mais de uma dúzia de tipos de ceviches e tiraditos (ceviche ao estilo japonês, sem cebola). Tem uma longa lista de pratos de sopas, frutos do mar e pratos com arroz. Há música ao vivo em noites movimentadas.

  4. Dédalo

    Uma antiga casona abriga essa loja contemporânea de artesanato em cujo pátio há um café encantador.

  5. Gran Hotel Bolívar

    Quem curte a atmosfera retrô dos tempos dourados deve conferir esse venerável hotel de 1924 na Plaza San Martín. Personalidades como Clark Gable, Mick Jagger e Robert Kennedy se hospedaram nesse que foi um dos estabelecimentos mais luxuosos da América Latina. Seu brilho está um pouco esmaecido, mas mantém a classe dos cavalheiros aristocráticos. É de propriedade dos funcionários, uma raridade no mundo da hotelaria, o que se traduz em serviço impecável e divertido desde o carregador de bagagem.

  6. Informações úteis para seus passeios

    As ruínas são mais visitadas entre 10h e 14h; os meses mais movimentados são junho a agosto. Programe visitar no início ou no fim do dia para evitar as multidões. Uma visita no início da manhã no meio da semana durante a estação chuvosa é mais tranquila, especialmente em fevereiro, quando a Trilha Inca fica fechada. Cajados e mochilas de mais de 20 litros não são permitidos nas ruínas. Há onde deixar a bagagem no portão de entrada (S5 por item; das 6-16h) e no complexo (S3 por item; das 6-17h). Guias locais (por pessoa S100-150, em grupos de 6-10 S20) estão prontamente disponíveis na entrada. A qualidade varia; procure um com carteira oficial de guia da Dircetur. Combine o preço antes, esclareça se o valor é por pessoa ou por grupo e entre em acordo sobre a extensão do passeio e o tamanho máximo do grupo.

  7. Inkakunaq Ruwaynin

    Essa cooperativa de 12 comunidades de montanha de tecelões de Cuzco e Apurímac tem produtos de qualidade e fica no fundo do pátio interno. Tem também catálogo on-line.

  8. Intihuatana (ruína)

    Essa palavra quíchua, que pode ser traduzida livremente como “onde se amarra o Sol”, refere-se ao pilarete de pedra esculpida, muitas vezes chamado erroneamente de relógio de sol, que fica no topo do morro Intihuatana. Os astrônomos incas previam os solstícios usando os ângulos desse pilarete. Assim, eram capazes de reivindicar o controle sobre a volta dos longos dias de verão. Não se sabe exatamente como o pilar foi usado para esses fins astronômicos, mas a simplicidade elegante e a bela confecção fazem dele um dos destaques do complexo.

  9. Intipunku (trilha)

    A Trilha Inca termina depois da descida final a partir da fenda no horizonte chamada Intipunku (Portal do Sol). Se olhar para o morro às suas costas ao entrar nas ruínas, você pode ver a trilha e o Intipunku. Essa colina, chamada de Machu Picchu (Pico Velho), dá nome ao sítio. Demora cerca de 1h para chegar ao Intipunku, e se tiver pelo menos metade de um dia para a ida e a volta, você pode prosseguir até Wiñaywayna. Espere ter de pagar S15 ou mais como taxa não oficial de admissão para a Trilha Inca. Não deixe de voltar antes das 15h, que é quando o posto de controle costuma fechar.

  10. La Candelaria

    Em Barranco, um show que incorpora música e dança folclórica e, também, criolla.

  11. Mercado Modelo de Huanchac

    Com menos turistas e igualmente interessante, é o lugar favorito dos moradores para o café da manhã depois de uma noitada. É especializado em 2 remédios para ressaca – ceviche, bem ácido, e chicharrones, bem gordurosos.

  12. Monasterio de San Francisco

    O conjunto amarelo de igreja e mosteiro franciscanos é conhecido pelas catacumbas repletas de ossos (cerca de 70 mil restos mortais) e sua notável bilbioteca, que guarda 25 mil textos antigos, alguns anteriores à conquista. Mas essa estrutura barroca tem muitos outros tesouros: o mais espetacular é a cúpula em estilo mourisco acima da escadaria principal, entalhada em 1625 em cedro da Nicarágua (restaurado em 1969). O refeitório contém 13 pinturas que retratam o patriarca bíblico Jacó e seus 12 filhos, atribuídas à oficina do mestre espanhol Francisco de Zurbarán.

  13. Museo de Plantas Sagradas, Mágicas y Medicinales

    Esse museu novo e fascinante não deixa folha sobre folha ao explorar a história e as propriedades das plantas medicinais, sagradas e alucinógenas do Peru. Os pontos altos incluem exposições sobre biopirataria, os 8 mil anos de cultivo da coca e uma viagem visual psicodélica que rivaliza com a experiência da ayahuasca (os dioramas são em espanhol).

  14. Natação e Esportes Aquáticos

    A despeito dos alertas dos jonais sobre a poluição, hordas de limenhos invadem as praias no verão (de janeiro a março). A praia de Costa Verde (apelidada de Waikiki), em Miraflores, é a preferida dos surfistas e tem boas ondas o ano todo. As ondas das praias de Barranco são melhores para longboards. Quem leva o surfe a sério também pode tentar a praia de La Herradura, em Chorrillos, cujas ondas atingem 5m em bons swells.

  15. Pariwana

    Parecido com uma república, esse hostel limpo e novo numa imensa casa colonial enche de universitários relaxando em pufes e jogando pingue-pongue no pátio. Tem conexão wi-fi nas áreas comuns. As camas nos dormitórios são bem espaçadas e a suíte da cobertura vale o preço. O bar chique é só para convidados.