Oceania

Atrações em Oceania

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  1. Fossa Oceânica To Sua

    Não são exatamente“fossas”, mas sim duas depressões que parecem ralos com paredes rochosas decoradas por vegetação – uma piscina azul mágica tremula no fundo ligando as duas fossas. Você pode nadar para fora da piscina maior passando por baixo de um amplo arco de pedra, sob gotas de água que caem na superfície, para a segunda piscina aberta. Ela é alimentada pelas ondas que emergem de uma passagem subaquática – não tente atravessá-la nadando. O acesso às piscinas é por uma escada de madeira vertiginosa, mas firme. Depois de descer os vinte e poucos metros para as águas cristalinas dessa gruta encantada, você experimenta a serena sensação de estar fora do mundo.

    Quando se cansar dessa piscina encantada, siga pela trilha curta até os penhascos batidos pelas ondas. O jardim bem cuidado é um excelente lugar para um piquenique.

    Infelizmente, não há banheiros ou chuveiros no local, então se quiser dar um mergulho, leve água doce para se lavar e uma toalha, ou vai ter que ficar molhado e salgado.

  2. Jardim Botânico Nacional

    Na extremidade norte de Waigani Dr, logo depois da Universidade de Papua Nova Guiné, o Jardim Botânico Nacional é uma ilha de calma e beleza no meio de uma cidade sem graça. Há mais de 2km de caminhos que se estendem pela cobertura da selva, bem cuidados jardins e gramados expõem tanto plantas locais quanto exóticas, além do que provavelmente é a melhor coleção de orquídeas nativas e híbridas de PNG. Também são encontradas demonstrações excelentes da vida selvagem, como cangurus de árvores, calaus, casuares, jiboias e um grande aviário que abriga papagaios e aves-do-paraíso (a única chance que os visitante possuem para vê-los).

  3. Monte Pulemelei

    A maior estrutura antiga da Polinésia é o intrigante e piramidal Monte Pulemelei, assinalado em alguns mapas como Antigo Monte Tia Seu. Ele mede 61m por 50m na base e chega a 12m de altura. É um lugar cheio de vida, com vistas do cume tanto para o oceano quanto para a selva densa. Em dias ensolarados, bandos coloridos de borboletas e pássaros voam por lá. A área em volta deve ser coberta de casas e outros achados arqueológicos, mas, por enquanto, tudo é escondido pela floresta.

    Infelizmente, é muito difícil visitar o Monte Pulemelei porque ele se localiza em território disputado. Assim, não tem sinalização nem manutenção – o caminho para o local e para o monte é invadido pelo mato. Os guias não gostam de levar visitantes ao lugar por receio de que alguém envolvido na disputa da terra possa extorquir uma taxa exorbitante pela visita ou, pior, expulsá-los de lá.

    Você pode tentar ir (nós conseguimos). Para chegar lá, siga pela estrada flanqueada por postes de ferro que começa cerca de 300m além da ponte de vigas de ferro do outro lado do rio saindo das Cataratas Afu-A-Au Falls (não tem sinalização).Em pouco tempo você chegará a uma parte rasa de pedras em um riacho – não vale a pena arriscar, a menos que tenha um bom veículo de tração nas quatro rodas. Estacione e ande 2km planos, mas lentos, por um caminho de vegetação alta (escolha sapatos bons, ou seus pés ficarão destruídos pela vegetação espinhosa) para o monte; vire à esquerda se tiver alguma dúvida. Pouco depois de atravessar uma galeria de água, você verá o antigo estacionamento marcando o começo da trilha. A partir dali são 150m de caminhada ao longo de um caminho cheio de samambaias e morro acima. É um pouco difícil ver que você está no monte até chegar realmente ao topo e a um caminho de flores azuis e cor de rosa.

    Como os dois estacionamentos são isolados, não deixe nada de valor no carro.

  4. Museu Nacional

    Todas as peças expostas no museu são cobertas por uma fina camada de poeira. Mas você pode facilmente passar uma hora ou mais perambulando pelas exibições para aprender tudo sobre a geografia, fauna, cultura, etnografia e história de Papua Nova Guiné. Há exemplos incríveis de máscaras, panos do Tapa, escudos e totens, uma magnífica canoa de forquilha decorada com conchas e búzios e uma explicação de como são feitas as bolsas bilum. Não é permitido fotografar. A pequena loja da entrada vende vasilhas entalhadas, cajados e bolsas bilum.

  5. Omarakana

    Para os locais, andar para o norte a partir de Losuia é andar para o interior. Essa área abriga a maioria das estradas e vilas da ilha. Omarakana, mais ou menos no meio do caminho entre Losuia e Kaibola, é onde mora o chefe supremo da ilha. Você sabe que está no lugar certo graças à enorme, complexa e colorida casa tribal típica, que produz batata-doce, e aos poucos carros parados do lado de fora do bangalô do chefe, em estilo ocidental, mas construído sobre pilares.

    Ele pode ser encontrado sentado em uma cadeira debaixo de sua casa, cercado dos homens da tribo. O chefe supremo preside as tradições orais da ilha e mantém seu poder político e econômico de maneira mágica e restrita. Ele é também quem supervisiona o importante festival da batata-doce e os rituais kula. Em sinal de respeito, mantenha a cabeça mais baixa do que a dele e considere levar nozes de bétele ou cigarros como presente.

  6. Parc Provincial de la Rivière Bleue

    O espaço e protegido Parque Blue River é uma reserva para muitas espécies de aves, inclusive o cagu. A paisagem é uma mistura da típica vegetação de arbustos do extremo sul e densa floresta tropical, e inclui gigantescas árvores kauri de pelo menos mil anos, com troncos de até 2.7m de diâmetro. Siga pela RP3 saindo de La Coulée para chegar ao extremo oeste da represa hidroelétrica, Lac de Yaté , por onde você entra no lindo Parc Provincial de la Rivière Bleue.

    Há um centro de informação para visitantes perto do portão de entrada, e lá tem boas exibições em inglês e francês da flora e da fauna do parque. Também na entrada há mapas gratuitos que traçam os vários caminhos do parque. Um ônibus sai quase de hora em hora (7h30 a 15h15, 400 CFP) de Port Perignon para Vieux Refuge.

    Uma das características famosas do parque é uma floresta kauri submersa, com troncos brotando como fantasmas da água azul e transparente. Reme ao luar para se tornar parte desse cenário.

    A oeste e noroeste do parque estão Rivière Blanche e Rivière Bleue, principais afluentes do Lac de Yaté. Você pode dirigir ao longo das margens do Rivière Blanche até o fim da estrada, andar ou pedalar ao longo da margem do Rivière Bleue, ou subir o rio de caiaque.