Marrocos

Atrações em Marrocos

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  1. Baraka Community Partnerships

    Em parceria com a Associação da Vila de Tighza, a ONG britânica Baraka Partnerships oferece oportunidades de trabalho voluntário na remota vila rural da Tighza (a 16km de Telouet). Os atuais projetos de longo prazo envolvem a substituição de 2km de canais de irrigação, e grupos maiores podem ajudar no plantio de árvores. O trabalho é financiado por doações (Dh350 ou mais, dependendo do projeto), que podem ser feitas no local ou pelo site.

  2. Casbá Glaoui

    O outrora glorioso bastião foi abandonado e caiu em ruínas. O que denuncia a antiga posição de Telouet como centro de um império comercial transsaariano são as salas de recepção no segundo andar. Nada menos que 300 artesãos colaboraram nos ambientes com estuque trabalhado, zellijes e teto cedro pintado, que fazem o real Palácio da Bahia, em Marrakech, parecer obra de principiante. Após a independência, o paxá Glaoui foi deposto e pouco depois morreu de câncer no exílio em Telouet.

  3. Koubba Ba’adiyn

    Os almóadas destruíram tudo que seus antecessores almorávidas construíram em Marrakech, mas esqueceram esse pequeno e gracioso koubba (santuário) do século 12, em frente à mesquita Ali ben Youssef, que provavelmente era usado para abluções. Essa relíquia arquitetônica revela o que a arquitetura hispano-mourisca deve aos almorávidas: arcos em ferradura, abóbadas, arabescos e cúpulas sobre bases recortadas.

  4. Mausoléu de Aghmat

    O túmulo de Al-Mutamid é abrigado num mausoléu abobadado de estilo almorávida próximo à via principal, em um jardim fechado. Em 1950, o túmulo do dissidente foi palco de um protesto contra a ocupação francesa violentemente reprimido pelo paxá Glaoui, um evento importanto no movimento de independência do Marrocos.

  5. Mellah de Fès el-Jdid

    No século 14, Fès el-Jdid foi um refúgio para judeus, o que levou à criação de um mellah (bairro judaico). Registros sugerem que a transferência foi planejada para oferecer maior proteção aos judeus. E eles certamente reconheciam a generosidade do sultão, retribuindo com lealdade em momentos de conflito. Cerca de 200 judeus permanecem em Fez, mas todos já deixaram o mellah e vivem na ville nouvelle. Suas casas antigas ainda estão de pé, com varandas abertas voltadas para as ruas em marcante contraste com estilos muçulmanos.

  6. Mesquita e Universidade Al Quaraouiyine

    Uma das maiores mesquitas da África e possivelmente a universidade mais antiga do mundo, esse complexo é o coração espiritual de Fez e do Marrocos. Fundado em 859 pela refugiada tunisiana Fatima el-Fihria e expandida pelos almorávidas no século 12, a mesquita tem capacidade para até 20 mil fiéis. De tão grande, pode até ser difícil vê-la: com o passar dos séculos, as ruas e casas do bairro de Quaraouiyine avançaram de tal forma na direção do prédio que ocultam seu formato original. O complexo foi restaurado recentemente, mas é proibida a entrada de não mulçumanos, que têm de se contentar em observar o pátio a partir do portão principal no Derb Boutouil. Ou melhor ainda, admire-o de qualquer ponto alto da medina: o enorme teto verde piramidal e o minarete logo se insinuarão.

  7. Museu Dar Jamaï

    Com vista para a Pl el-Hedim, o Dar Jamaï é um palácio construído em 1882 pela poderosa família Jamaï, dois dos quais foram vizires do sultão Moulay al-Hassan I. Quando o sultão morreu, em 1894, a família se enredou com a política da corte e perdeu tudo, inclusive o palácio, que foi repassado para a poderosa família Al-Glaoui. Em 1912, os franceses converteram o palácio em hospital militar. Em 1920, o prédio passou a abrigar a Administration des Beaux Arts e um dos melhores museus do Marrocos. As exposições incluem cerâmicas tradicionais, joias, tapetes e alguns tecidos e bordados fantásticos. Procure pelas selas com brocados e os belos exemplos de bordados de Meknès (incluindo alguns extravagantes kaftans de ouro e prata). O koubba (santuário com cúpula) no andar superior é decorado como um salão tradicional, com tapetes de luxo e almofadas. O museu também tem um belo acervo de tapetes antigos, que representam os variados estilos das diferentes regiões do Marrocos. As exposições são organizadas, com explicações em francês, árabe e, às vezes, inglês. O jardim andaluz e o pátio do museu são lugares tranquilos e sombreados com frondosas laranjeiras.

  8. Praia de Essaouira

    A ampla praia de areia de Essaouira é um ótimo lugar para caminhar, mas, devido aos fortes ventos e correntes, não para tomar sol ou nadar. Windsurfistas, kitesurfistas e amigos jogando bola tomam conta da praia da cidade, enquanto donos de cavalos e camelos ocupam as areias mais adiante. Eles podem ser um pouco insistentes, então seja firme se não quiser um passeio (e pechinche, se quiser). Se estiver a pé, atravesse o rio Ksob (instransponível na maré alta) para ver as ruínas do Borj al-Berod, antiga fortaleza parcialmente coberta de areia. Reza a lenda que ele foi a inspiração para o clássico “Castles Made of Sand”, de Jimi Hendrix. Do forte você pode caminhar para o interior até a vila de Diabat ou continuar até as dunas de areia do Cap Sim.

  9. Sebt Aït Bououli

    Na remota Sebt Aït Bououli, a 14km na estrada principal, os viajantes podem se abastecer com comida para a travessia do M’Goun no souq de sábado. Cerca de 2,5km depois de Sebt Aït Bououli, você avistará ao longe três vilarejos construídos bem no alto de um penhasco ocre e púrpura. Nos terraços verdes, tente ver as ovelhas que dão nome ao vale: Bououli significa “aqueles que criam ovelhas”.

  10. Villa des Arts

    Localizada em um prédio art déco convertido com um jardim agradável próximo ao Parc de la Ligue Arabe, essa bela
    galeria dos anos 1930 tem exposições de arte contemporânea marroquina e internacional.