Israel e Territórios Palestinos

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  1. Abu Shanab

    Costeletas de carneiro suculentas e shish kebab tradicionais parecem um bom motivo para afastar vegetarianos, mas o Abu Shanab também tem muitos pratos de mezze sem carne. O kofta (chamado também de kafta: carne moída com tempero, grelhada em um espeto) não tem tempero forte (e nada a esconder!). Os donos, dois irmãos bigodudos, dão uma atenção especial a turistas.

  2. Al-Kuz Café and Bar

    Esse café e bar em estilo kitsch-beduíno possui um pátio com jardins poderosos e wi-fi grátis.

  3. Aweidah Gallery

    Parece um museu, mas é na verdade uma galeria que vende artefatos com centenas, senão milhares de anos.Toda compra vem com um certificado para que você consiga sair do país com os objetos. Apesar dos artefatos parecerem legítimos, apenas um especialista consegue identificar uma falsificação, por isso não passe o cartão de crédito assim tão rápido. Além da Aweidah Gallery, há muitas outras lojas de antiguidades na mesma rua.

  4. Barud

    ‘Barud!’ é uma palavra que os israelenses gritam pouco antes de uma explosão. O nome não faz jus à deliciosa culinária sefardita (não-kosher) servida aqui. As almôndegas com berinjela são uma especialidade da casa, assim como os pastalikos (um doce com pinholes, carne moída e cebola; 49NIS). A dona, Daniella Lerer também se orgulha da sua bebida alcoólica à base de frutas, que é surpreendentemente boa. Há apresentações de jazz ao vivo uma ou duas vezes por semana. 

  5. Bethlehem Hotel

    Os quartos são alegres, mas bem simples. O forte desse hotel é a localização: a 1 km da Igreja da Natividade, na Manger St, e por isso não deixa de ter fornecimento de água nem quando a cidade está toda sem água. O bar do hotel está localizado no primeiro andar, acima do lobby.

    Nossos autores independentes visitaram o Hotel Bethlehem e selecionaram-no como um dos nossos hotéis recomendados em Belém.

  6. Cave

    No International Center of Bethlehem (conhecido pelos locais como Dar Annadwa) está localizado o Cave Arts & Crafts Center, que possui exposições com horários de abertura alargados. Assista ao trabalho de artesãos por janelas panorâmicas, e depois visite a galeria/loja de souvenires e a livraria. Não esqueça o motivo do nome do centro (cave = gruta), uma antiga gruta no subsolo.

  7. Dar Jdoudnah

    Descendo a Praça Manger e virando à esquerda, você encontrará um bar ao ar livre localizado em uma antiga estrutura de pedra que já foi uma fábrica de tecidos e um lagar (prensa) de azeitonas. Experimente um dos pratos do cardápio ou simplesmente saboreie um cappuccino com uma fatia deliciosa de layaly lubnan (um pudim de leite cremoso feito com semolina e um toque de água de rosas). As chaves na parede simbolizam o retorno dos palestinos à casa, uma referência ao nome desse local, que em português significa: “a casa de nossos avós”. 

  8. Dublin

    Música inglesa e hebraica às segundas e irlandesa às terças. O melhor é ligar antes para reservar uma mesa se quiser visitar o Dublin nessas noites. Aqui é servido chope da típica cerveja Guiness (250ml 26NIS) e pratos de pub muito reconfortantes, como fish and chips, wraps e pastéis de forno. 

  9. Efteem

    Descendo a rampa na saída da praça, você vai encontrar dois locais que vendem falafel, mas o segundo é tão especial que até donos de restaurantes de Haifa vêm até aqui para comprar a mistura de falafel. 

  10. HaEgoz 30

    Se o que procura são opções de roupas modernas e atuais, visite a HaEgoz 30, que fabrica e vende peças feitas à mão e com fibras naturais.



  11. HaMit Bahon

    Esse é um dos restaurantes secretos que os turistas não deveriam saber que existe. Que nos desculpem os locais, mas vamos revelar o segredo de HaMit Bahon, que possivelmente, serve o melhor hummus de Jerusalém. O Sr. Assaf, o dono, faz uma variação cremosa da pasta clássica que é de chorar por mais. O ambiente também é muito divertido. Quando chegar lá, você vai entender o motivo do nome, que significa “a quitinete”.

  12. Hammam Al-Hana

    (banho 35NIS, massagem 10NIS) Esse hamman recebe turistas muito bem e possui piscina, sauna e massagem. O Al-Hana está bem escondido no souq, mas os habitantes locais podem indicar o caminho.

  13. Haoman 17

    (couvert artístico 60-100NIS) Com a sua localização em um armazém, sistema de som potente e excelente iluminação, o Haoman 17 é uma das melhores casas noturnas da cidade, e conta com a presença frequente de alguns DJs reconhecidos internacionalmente. Descendo a Haoman St, você irá encontrar o Haoman 17 em frente ao Anjril Grill, embaixo do letreiro da Philips. Se vier do centro da cidade, o melhor é pegar um táxi. Da colônia alemã, o trajeto é de 10 a 15 minutos a pé.

  14. Hashimi Hotel

    Destacando-se do caos que é o bairro muçulmano, o Hashimi possui algumas qualidades especiais, como a vista espetacular do restaurante situado no terraço. O hotel mistura quartos, suítes familiares, dormitórios e lounge, todos pintados com cores fortes e localizados ao redor de um átrio interno que deixa entrar a luz do dia. Os quartos, apesar de pouco impressionantes, são limpos. O hotel ainda possui alguns serviços, como lavanderia e um café (café da manhã disponível por US$5). As regras islâmicas da casa não permitem que casais não casados durmam no mesmo quarto.

    Nossos autores independentes visitaram o Hotel oteHotelHashimi e selecionaram-no como um dos nossos hotéis recomendados em Jerusalém.

  15. Igreja da Natividade

    Mesmo sem parecer em nada a cena da manjedoura, a igreja da Natividade marca de forma imponente o local de nascimento de Jesus. Também chamada de Basílica da Natividade, essa é a igreja mais antiga do mundo, comissionada em 326 pelo imperador Constantino. Helena Augusta, mãe do imperador, foi a contratante, e o bispo de Jerusalém, o encarregado do projeto, que proibiu de vez o uso do local por veneradores de Adônis.

    Renovações ao longo dos séculos incluíram um novo piso, sob o qual foi descoberto, em 1934, um mosaico do século 4. Depois de passar pela Porta da Humildade, que data do período otomano (provavelmente construída assim, pequena, para prevenir que soldados a cavalo pudessem entrar), siga até a nave cavernosa e veja uma porta-alçapão que revela um segmento do mosaico. O imperador Justiniano mandou reconstruir a igreja no século 6, depois que ela foi incendiada na revolta samaritana. As colunas em formato circular feitas de pedra calcária vermelha e branca são provenientes de pedreiras em Belém. No século 12, foi construído um muro ao redor da igreja por gregos e francos, uma cooperação entre os cristãos bizantinos (ortodoxos) e latinos (católicos), os chamados “orientais” e “ocidentais”, que estavam em dissidência. Continue até a Gruta da Natividade. A estrela de prata de 14 pontas marca o ponto onde Jesus teria nascido e foi um presente dos franceses em 1717. A manjedoura ou “o berço” em um dos cantos da gruta representa o local da natividade.

    A manjedoura já viu muita controvérsia e conflito ao longo dos séculos. Os persas pouparam-na quando saquearam a Palestina em 614, porque viram a representação de dos Três Magos em suas próprias roupas tradicionais. A estrela foi roubada em 1847 e substituída mais tarde. O domínio administrativo da igreja foi se alternando entre ortodoxos e católicos, com os muçulmanos como mediadores, dada a sua autoridade na região e respeito por Jesus como um profeto do Islão. Até hoje, o gerenciamento da igreja é dividido metro por metro entre clérigos ortodoxos, católicos e armênios.

    Mas a basílica já testemunhou mais do que brigas seculares. Em 2002, Israel ocupou Belém, o que levou uma força de resistência de 200 palestinos, 50 com armas, a invadirem a igreja por refúgio. Seguiu-se um cerco de 39 dias, com intensiva cobertura televisiva. Um sinalizador iniciou um incêndio dentro da igreja, mas ele foi extinto rapidamente.