Grécia

Atrações em Grécia

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  1. Acrópole

    A Acrópole é o sítio da Antiguidade mais importante do mundo ocidental. Coroada pelo Partenon, parece vigiar Atenas lá de cima, sendo visível de quase qualquer lugar na cidade. Seus monumentos em mármore pentélico brilham sob o sol do meio-dia e, aos poucos, vão ganhando tons de mel conforme o sol baixa. À noite, são majestosamente iluminados lá em cima da cidade. Não há como evitar: um olhar para esse local magnífico exalta a alma.

  2. Ágora Antiga

    O coração da Atenas antiga era a Ágora, o movimentado ponto de encontro da vida social, política, comercial e administrativa. Sócrates explanava sua filosofia aqui, e em 49 d.C., São Paulo veio aqui para conquistar convertidos ao cristianismo.

    Primeiramente concebida como um lugar público no século VI a.C., a ágora foi devastada pelos persas em 480 a.C., mas uma nova foi construída em seu lugar quase imediatamente. Floresceu à época de Péricles e continuou assim até 267 d.C., quando foi destruída pelos hérulos, uma tribo gótica da Escandinávia. Os turcos construíram ali um bairro residencial, mas que foi demolido por arqueólogos após a Independência. Depois, houve escavações para alcançar as camadas clássicas e, em alguns pontos, neolíticas.

    Hoje, a área representa uma pausa deliciosa e refrescante das ruas congestionadas da cidade, e abriga lindos monumentoos. Há muitas entradas, mas a mais prática é a entrada norte de Adrianou – com o ingresso da Acrópole, a entrada aqui é gratuita.

  3. Kahal Shalom

    Construída em 1577, a Sinagoga Kahal Shalom (Polydorou 5) é a mais antiga da Grécia, e a única remanescente em Rodes. Antes, o bairro contava com seis sinagogas e, na década de 1920, com uma população de 4 mil pessoas. Passe pelo Museu da Sinagoga (22410 22364; www.rhodesjewishmuseum.org; Dosiadou; 10-15h dom-sex, fechado no inverno) nos antigos oratórios femininos dobrando a esquina. Entre outros, estão expostos documentos ornamentados, fotos do século 20 e objetos dos 1.673 judeus deportados de Rodes a Auschwitz em 1944. Apenas 151 sobreviveram.
    Nos arredores, está a Plateia Evreon Martyron (Quarteirão dos Mártires Judeus).

  4. Museu Arqueológico

    (adulto/estudante €3/2; ) Este museu, perto da estação do teleférico, abriga achados de Akrotiri e Thera Antinga, algumas estatuetas cicladenses e esculturas helenísticas e romanas.

  5. Museu da Acrópole

    O há muito aguardado Museu da Acrópole abriu suas portas com muita celebração em 2009, ao sul do sopé da Acrópole. Dez vezes maior do que o antigo museu que ocupava o lugar, o imponente edifício modernista reúne todos os tesouros sobreviventes da Acrópole, incluindo itens de outros museus ou que estavam guardados, assim como peças devolvidas por museus estrangeiros. A coleção cobre os períodos romano e arcaico, mas a ênfase está na Acrópole do século V a.C., considerado o apogeu da produção artística grega.

  6. Museu de Arqueologia

    (entrada €3) O Museu de Arqueologia está localizado em uma antiga hospedaria de cavaleiros do século 15. A principal obra é a bela Banhos de Afrodite, uma estátua de mármore do século 1º a.C. encontrada no fundo do mar. O resto da coleção conta com antigas estátuas e cerâmicas encontradas em Rodes.

  7. Museu de Thera Pré-Histórica

    (entrada €3) Perto da rodoviária, este museu abriga achados extraordinários escavados em Akrotiri. A peça mais impressionante é a estatueta dourada de uma íbex com cercade 10cm de comprimento e datando do século 17 a.C.

  8. Museu Folclórico de Santorini

    (adulto/criança €3/grátis) Localizado mais ou menos a 600m da rodovia leste de Fira para Vourvoulos, este museu abriga uma intrigante coleção que lança luz sobre a história e as tradições de Santorini.

  9. Palácio dos Grão-Mestres

    O Palácio dos Grão-Mestres (entrada €6), do século 14, foi muito danificado pela invasão turca e depois destruído por uma explosão em meados dos anos 1800. Os italianos reconstruíram o palácio seguindo antigos mapas do exterior, mas
    dentro criaram um novo ambiente, grandioso. A ideia era usá-lo como casa de veraneio para Mussolini e para o rei Emanuel III, mas foi aberto como museu. É possível visitar apenas 24 dos 158 aposentos, com o mobiliário da época, esculturas, afrescos e pisos de mosaico.