França

Atrações em França

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  1. Atelier de Passementerie

    (visita guiada adulto/criança €5/3, ingresso combinado com Atelier de Tissage €8/4; metrô Croix Rousse) Oficina que funcionou até 1979. Admire e compre tecidos na butique anexa (entrada franca) a qualquer hora do dia, mas para aprender a história dos teares e vê-los em funcionamento vale a pena reservar horário em uma das visitas guiadas
    vespertinas de 30 minutos.

  2. Cathédrale de Notre Dame de Paris

    Este é o coração de Paris – tanto, que as distâncias entre a capital e outras cidades da França é medida a partir da place du Parvis Notre Dame, a praça em frente à Catedral de Nossa Senhora de Paris. A Notre Dame é o ponto mais visitado de Paris e tem entrada gratuita, com 14 milhões de turistas atravessando sua nave todos os anos, não é apenas uma obra-prima da arquitetura gótica francesa, mas também o núcleo da Paris católica por sete séculos.

  3. Cathédrale St-Jean

    (metrô Vieux Lyon) Parcialmente românica e sede do 133o bispado de Lyon, foi erguida entre o final do século 11 e início do século 16. Os portais da fachada gótica flamejante (1480) são decorados com 280 medalhões quadrados
    de pedra. Não deixe de conferir o relógio astronômico no transepto norte, que soa diariamente às 12h, 14h, 15h e 16h.

  4. Centre Pompidou

    O Centre National d’Art et de Culture Georges Pompidou (Centro Nacional de Arte e Cultura Georges Pompidou), também conhecido como Centre Beaubourg, tem encatado visitantes desde que foi inaugurado, em 1977, não apenas por sua exuberante coleção de arte moderna, mas também por seu estilo arquitetônico conceitual. O 4º e o 5º andar exibem uma pequena quantidade das mais de 65 mil obras assinadas por 5,7 mil artistas do Musée National d’Art Moderne (MNAM; Museu Nacional de Arte Moderna). Esta é a principal coleção francesa da arte produzida a partir de 1905, incluindo surrealistas e cubistas, assim como pop art e trabalhos contemporâneos. 

    place Georges Pompidou

    01 44 78 12 33

    www.centrepompidou.fr

    11h-21 h qua-seg

  5. Château d’If

    (adulto/criança €5/franca; ) Imortalizado no clássico de 1844 de Alexandre Dumas O Conde de Monte Cristo, esse forte do século 16 transformado em prisão fica na ilha Île d’If, de 30km², a 3,5km do Vieux Port. Prisioneiros políticos eram aliencarcerados, além de centenas de protestantes, o herói revolucionário Mirabeau e os communards de 1871.

  6. Hôtels Particuliers

    Nos séculos 17 e 18, os comerciantes mais ricos de Montpellier construíram grandiosos hôtels particuliers, em geral com aparência externa bastante sóbria, mas com pátios internos resplandecentes (a maioria, infelizmente, fechada ao público). As casas mais importantes estão marcadas com uma placa descritiva em francês. Em frente à place Pétrarque, o Hôtel de Varennes (2 place Pétrarque) é um prédio medival que passou por uma interessante
    repaginação renascentista e agora abriga o pequeno museu de história da cidade, o Musée du Vieux Montpellier. Na próxima rue Jacques Coeur se encontra o Hôtel des Trésoriers de France (7 rue Jacques Coeur), do século 17, que abriga o Musée Languedocien. Um pouco adiante fica o Hôtel St-Côme (Grand Rue Jean Moulin), grandioso o bastante para abrigar a Câmara Comercial da cidade. Próximo à Cathédrale St-Pierre, fica o Hôtel de la Vieille Intendance (rue de la Vieille Intendance), construído no início do século 17 durante o reinado de Luís XIII para a rainha-mãe e sua sobrinha Marie-Louise d’Orléans (popularmente conhecida como “La Grande Mademoiselle”). A casa foi depois ocupada pelo intendant (governador) da cidade, pelo filósofo Auguste Comte e pelo poeta Paul Valéry, nascido em Sète.

  7. Jardin des Plantes

    Ao norte da place Royale du Peyrou fica o encantador jardim botânico de Montpellier, o mais antigo da França (1593) e ainda utilizado como fonte de pesquisas pela Universidade de Montpellier.

  8. Jardin des Tuileries

    O Jardim de Tuileries, de 28 hectares, é um pouco formal (mas lindo) e começa a oeste do Jardin du Carrousel. Foi acabado da maneira como está agora por volta do ano de 1664 por André Le Nôtre, que também criou os jardins de Vaux-le-Vicomte e de Versailles. Hoje, é apreciado por corredores e faz parte do Patrimônio Mundial das Margens do Sena, cunhado em 1991 pela Unesco. Tem também lindas esculturas, como As Mãos de Boas-Vindas, de Louise Bourgeois (1996), de frente para a place de la Concorde. Vale a pena se sentar ao redor de suas fontes com vista para Torre Eiffel e apreciar a beleza de Paris.

  9. Le Panier

    Do Vieux Port, caminhe até esse bairro cheio de história apelidado de “Montmartre de Marselha”, tanto pelas ladeiras quanto pelo ambiente artístico. Na grega Massilia, era o local da agora (mercado), de onde vem o nome, que significa “a cesta”. Durante a Segunda Guerra, o bairro foi bombardeado e reconstruído. Hoje é uma salada de travessas que escondem lojas de artesanato, ateliês e casas com terraço. O destaque são o Centre de la Vieille Charité (2 rue de la Charité , 2e; metrô Joliette) e a vizinha Cathédrale de la Major, de guarda entre os portos velho e novo com sua fachada listrada de pedra de Cassis e mármore florentino verde.

  10. Musée du Louvre

    O vasto Palais du Louvre foi construído como uma Fortaleza por Philippe-Auguste no início do século XVIII e reconstruído na metade do século XVI para ser usado como residência real.  Hoje, é simplesmente o museu mais famoso e visitado do planeta – e, por isso, pode ser bastante cansativo visitá-lo (embora seja quase obrigatório para quem vai a Paris). Tem impressionantes 35 mil objetos de arte, entre pinturas e esculturas. A Mona Lisa, de Da Vinci, sua mais famosa obra, fica na sala 7, no 1º andar, na Salle de la Joconde, na Asa Denon.

  11. Musée Fabre

    (adulto/criança €6/4, com Département des Art Décoratifs €7/5, 1º dom do mês franca) Fundado em 1825 pelo pintor François-Xavier Fabre e completamente reformado ao custo de €61 milhões entre 2002 e 2007, esse renomado museu abriga uma das mais ricas coleções de arte europeia da França. As salas, claras e amplas, são divididas em três áreas principais: Mestres Antigos, Movimentos Modernos e Artes Decorativas. Os destaques da primeira área incluem três
    quadros de Rubens, o sonhador Vênus e Adonis, de Nicholas Poussin, e uma notável seleção de obras de Jacques-Louis David. A seção Movimentos Modernos possui uma boa seleção de quadros de Delacroix, Géricault e Gustave Courbet, e uma coleção vibrante e repleta de cores de nomes importantes como Manet, Degas, Delaunay, Frédéric Bazille e Kees van Dongen. Cerâmica, móveis, faiança e joias compõem a excelente seção de Artes Decorativas, abrigada em uma extravagante mansão que pertenceu à notável local madame Frédéric Sabatier d’Espeyran.

  12. Musée Lumière

    (adulto/criança €6,50/5,50; metrô Monplaisir–Lumière) Os gloriosos primórdios do cinema estão em cartaz na casa
    art nouveau de Antoine Lumière, que se mudoupara Lyon com os filhos Auguste e Louis em 1870. Os irmãos registraram aqui as primeiras imagens em movimento do mundo, La Sortie des Usines Lumières (Saída das
    Fábricas Lumières), em uma das fábricas de equipamentos fotográficos do pai, em 19 de março de 1895. A antiga fábrica hoje abriga o cinema Hangar du Premier Film.

  13. Palais de Longchamp

    (grátis) O Palais de Longchamp e suas espetaculares fontes foram construídos nos anos 1860, em parte para disfarçar a torre de caixa d’água no fim de um aqueduto que vem do rio Durance. A ala norte abriga o mais antigo museu de
    Marselha, o Musée des Beaux-Arts, em reforma na época da pesquisa e com reabertura prevista para 2013. O parque arborizado é um dos poucos espaços verdes no centro, popular entre as famílias locais.

  14. Panthéon

    O Panthéon é um exemplo majestoso do neoclassicismo do século XVIII. Sua construção foi encomendada por Luís XV em 1750, aproximadamente, para ser uma abadia dedicada à Ste Geneviève (Santa Genoveva), como forma de agradecimento por sua recuperação de uma doença. Entre os cerca de 80 “residentes permanentes” de sua cripta, estão Voltaire, Jean-Jacques Rousseau, Louis Braille, Émile Zola e Jean Moulin. A primeira mulher a ser sepultada no Panthéon foi Marie Curie (1867–1934), ganhadora de dois prêmios Nobel, cujo corpo foi transferido em 1995 junto ao do seu marido, Pierre.