Europa

Atrações em Europa

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  1. Le Panier

    Do Vieux Port, caminhe até esse bairro cheio de história apelidado de “Montmartre de Marselha”, tanto pelas ladeiras quanto pelo ambiente artístico. Na grega Massilia, era o local da agora (mercado), de onde vem o nome, que significa “a cesta”. Durante a Segunda Guerra, o bairro foi bombardeado e reconstruído. Hoje é uma salada de travessas que escondem lojas de artesanato, ateliês e casas com terraço. O destaque são o Centre de la Vieille Charité (2 rue de la Charité , 2e; metrô Joliette) e a vizinha Cathédrale de la Major, de guarda entre os portos velho e novo com sua fachada listrada de pedra de Cassis e mármore florentino verde.

  2. Musée Fabre

    (adulto/criança €6/4, com Département des Art Décoratifs €7/5, 1º dom do mês franca) Fundado em 1825 pelo pintor François-Xavier Fabre e completamente reformado ao custo de €61 milhões entre 2002 e 2007, esse renomado museu abriga uma das mais ricas coleções de arte europeia da França. As salas, claras e amplas, são divididas em três áreas principais: Mestres Antigos, Movimentos Modernos e Artes Decorativas. Os destaques da primeira área incluem três
    quadros de Rubens, o sonhador Vênus e Adonis, de Nicholas Poussin, e uma notável seleção de obras de Jacques-Louis David. A seção Movimentos Modernos possui uma boa seleção de quadros de Delacroix, Géricault e Gustave Courbet, e uma coleção vibrante e repleta de cores de nomes importantes como Manet, Degas, Delaunay, Frédéric Bazille e Kees van Dongen. Cerâmica, móveis, faiança e joias compõem a excelente seção de Artes Decorativas, abrigada em uma extravagante mansão que pertenceu à notável local madame Frédéric Sabatier d’Espeyran.

  3. Museo Civico

    O mais impressionante museu da cidade ocupa salas ricamente pintadas por artistas da escola sienense. Os afrescos são singulares pelo fato de terem sido encomendados pelo governo e não pela Igreja; muitos retratam cenas históricas em vez dos temas religiosos comuns à época.

  4. Palais de Longchamp

    (grátis) O Palais de Longchamp e suas espetaculares fontes foram construídos nos anos 1860, em parte para disfarçar a torre de caixa d’água no fim de um aqueduto que vem do rio Durance. A ala norte abriga o mais antigo museu de
    Marselha, o Musée des Beaux-Arts, em reforma na época da pesquisa e com reabertura prevista para 2013. O parque arborizado é um dos poucos espaços verdes no centro, popular entre as famílias locais.

  5. Park Güell

    Ao norte de Grácia e cerca de 4 Km da Plaça de Catalunya, o Park Güell é fruto da experiência de Gaudí com o paisagismo. É um lugar estranho e encantador, onde a paixão de seu criador pelas formas naturais realmente alçou voo – a ponto de o artificial quase parecer mais natural que o próprio natural.

    O Park Güell nasceu em 1900, quando o conde Eusebi Güell comprou uma colina arborizada fora de Barcelona e contratou Gaudí para criar ali uma cidade miniatura com residências para os ricos. Fracasso comercial, o projeto foi abandonado em 1914. Mas, antes disso, Gaudí criou – em seu estilo inimitável – 3 Km de estradas e passeios, degraus, uma praça e duas portarias. Em 1922, a cidade comprou o terreno para transformá-lo em parque público.

    Na parte interna, logo depois de passar pela entrada principal na Carrer d’Olot – imediatamente reconhecível pelas duas portarias “João e Maria” –, fica o Centre d’Interpretac no Pavelló de Consergeria, antiga casa do zelador cheia de curvas que hoje abriga uma mostra sobre os métodos de construção de Gaúdí e a história do parque. Há belas vistas no último andar.

    A partir da entrada, degraus protegidos por um dragão/lagarto coberto por mosaicos (cópias são vendidas em lojas de suvenir da cidade) levam à Sala Hipóstila (também conhecida como Templo Dórico), uma floresta com 88 colunas de pedra (algumas inclinadas como árvores que se curvam com o peso do tempo) inicialmente planejada para ser um mercado. À esquerda há uma galeria cujo teto e colunas de pedra retorcidas dão o efeito de um claustro sob as raízes das árvores – um tema que se repete em muitos lugares do parque. Sobre a Sala Hipóstila fica o amplo espaço aberto cujo destaque é o Banc de Trencadís, banco de ladrilhos que se curva sinuosamente seguindo seu perímetro, que foi projetado por um dos colegas mais próximos de Gaudí, o arquiteto Josep Maria Jujol (1879-1949).

    A construção á direita é a casa-Museu Gaudí, onde ele viveu a maior parte de seus últimos 20 anos (1906-1926). Ela contém mobília feita por ele.

    A maior parte do parque ainda está revestida de vegetação, mas há muitas trilhas. As melhores vistas são do cruzeiro de Turó del Cavari, no canto sudoeste.

    Saindo da estação Lesseps do metrô, placas indicam a direção do parque. Da estação Vallcarca, o caminho é um pouco mais curto e a ladeira é facilitada por escadas rolantes. O ônibus 24 deixa você em uma entrada próxima à parte alta do parque.

  6. Piazza dela Signoria

    Contornada por cafés históricos, repleta de esculturas renascentistas e dominada pelo belo Palazzo Vecchio, essa fotogênica piazza há séculos é o centro da vida fiorentina.

  7. Scotch Whisky Experience

    Uma antiga escola abriga esse centro multimídia que explica a fabricação do whisky, da cevada até o envase, em uma série de exposições, demonstrações e passeios que combinam visão, som e aroma, incluindo a maior coleção de whiskies malt do mundo; cuidado com o Peat, o gato da destilaria! Também existe um restaurante que serve pratos escoceses tradicionais, sempre que possível com uma pitada da bebida. Fica próximo à descida da Castle Esplanado.

  8. Teatre-Museu Dalí

    Um edifício roxo e rosa com estátuas do Oscar estilizadas, bem no meio de uma cidadezinha? Isso só pode significar uma coisa: Dalí! Nascido em Figueres em 1904, o artista criou esse teatro-museu (nome perfeito para a experiência), que abrange uma parte importante de toda a sua obra. O lugar, impressionante desde o lado de fora, é cheio de truques, surpresas e ilusões, bem no estilo de uma das mentes mais férteis do século 20.