Europa

Atrações em Europa

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  1. As Placas Tectônicas

    A planície de Þingvellir está situada no limite de uma placa tectônica, onde a América do Norte e a Europa estão se afastando em uma média de 1 a 18mm por ano. Como resultado, a planície é marcada por fissuras dramáticas, lagoas e rios, incluindo a grande fissura Almannagjá. Um caminho segue através da falha entre o centro de visitantes que fica no topo do penhasco e o Alþingi.

  2. Camera Obscura

    A “câmera obscura” de Edimburgo é um curioso aparelho do século 19 – em uso constante desde 1853 – que utiliza lentes e espelhos para jogar a imagem da cidade ao vivo em uma grande tela horizontal. Quem conhece diz que se trata de pura diversão e que a experiência inteira tem um charme peculiar, complementada por uma intrigante exposição dedicada a ilusões de todos os tipos. Em meio a várias exposições, escadarias levam à Outlook Tower, que oferece ótimas vistas da cidade.

  3. Cardiff Castle

    A inclusão do extravagante Cardiff Castle, de estilo gótico vitoriano, entre as mais importantes relíquias históricas da cidade faz do castelo a principal atração do local. Ele está longe de ser uma construção galesa tradicional. Reúne castelos de várias épocas na mesma construção e conta praticamente toda a história de Cardiff. As partes que mais se parecem com um castelo convencional são a fortaleza normanda do século 12, no centro, em estilo castelo de mota, e a Black Tower, do século 13, que forma o portão de entrada.

  4. Castell de Montjuïc

    O ameaçador Castell (castelo ou forte) domina, a sudeste, os pontos altos de Montjuïc, oferecendo uma vista ampla do Mediterrâneo. Sua estrutura atual data do final do século XVII e do século XVIII. Na maior parte de sua história obscura, foi usado como ponto de observação da cidade, prisão política e local de execuções. Nele, foram mortos anarquistas no final do século XIX, fascistas durante a guerra civil e, posteriormente, republicanos. O castelo é cercado por uma rede de valas e muros (o que deixa clara sua posição estratégica em relação à cidade e ao porto).

    Existem planos para a criação, nos próximos anos, de um centro internacional da paz no castelo, assim como de uma mostra sobre a história do local. Enquanto isso não acontece, pode-se ver uma modesta exposição temporária em um dos bastiões do castelo, à direita, assim que você entra. Chamada Barcelona Té Castell (Barcelona tem um castelo), explica um pouco da história do lugar e detalha planos para o seu futuro.

    Mas a melhor parte desse passeio é a vista para o mar, o porto e a cidade que se tem do castelo e dos arredores.

    Quem fala catalão ou espanhol pode fazer tours guiados grátis no forte aos sábados e domingos (11h30 em catalão, 13h em espanhol). É possível, ainda, agendar tours em grupo, também em inglês e francês.

  5. Catedral de Sevilha e Giralda

    Uma das maiores catedrais do mundo e ícone da arquitetura gótica. O belo minarete da antiga mesquita que ocupava o lugar antes da catedral (construída no século 16) foi mantido no lado leste. 

  6. Centro da Ocupação

    Localizado em um depósito reformado no porto, o Centro da Ocupação oferece informações fascinantes sobre a história dos assentamentos islandeses e a era Saga. O museu é dividido em duas exibições, a visita a cada uma leva cerca de meia hora. A Exposição da Ocupação cobre a descoberta e ocupação da Islândia. A exposição A Saga de Egil reconta as incríveis aventuras de Egil Skallagrímsson e sua família. Um áudio-guia em várias línguas está incluso.

  7. Château d’If

    (adulto/criança €5/franca; ) Imortalizado no clássico de 1844 de Alexandre Dumas O Conde de Monte Cristo, esse forte do século 16 transformado em prisão fica na ilha Île d’If, de 30km², a 3,5km do Vieux Port. Prisioneiros políticos eram aliencarcerados, além de centenas de protestantes, o herói revolucionário Mirabeau e os communards de 1871.

  8. Chepstow Castle

    O magnífico Chepstow Castle, erguido num íngreme penhasco de calcário que paira sobre o rio, guarda a principal passagem da
    Inglaterra para Sul do País de Gales. É um dos castelos mais antigos da Grã-Bretanha (a construção começou em 1067) e está muito bem preservado.

  9. Dolbadarn Castle

    O País de Gales tem tantos castelos fascinantes que esse chama pouca atenção. Construído antes de 1230 pelos príncipes de
    Gwyneth, sua masmorra se ergue como uma perfeita torre de tabuleiro de xadrez no topo de uma colina verde entre os dois lagos. É um pouco afastado da cidade, recompensado pela vista maravilhosa dos lagos, das pedreiras e da própria Snowdon.

  10. Edinburgh Castle

    O chocante penhasco preto da Castle Rock que se ergue acima da ponta oeste da Princes St é a razão da existência de Edimburgo. Esse monte rochoso era o topo de colina mais facilmente defendido na rota de invasão entre a Inglaterra e a Escócia central, uma rota pela qual seguiram inúmeros exércitos, das legiões romanas dos séculos 1º e 2º d.C. às tropas jacobitas de Bonnie Prince Charlie, em 1745.

  11. Galleria degli Uffizi

    Alguns museus se sobressaem pela qualidade de seu acervo, como o Louvre e o Prado. E essa lista não estaria completa sem a presença da joia de Florença, a Uffizi. Ocupando o vasto e imponente Palazzo degli Uffizi, esse museu cobre todo o espectro da história da arte, de esculturas da Grécia Antiga a pinturas venezianas do século 18, mas a sua essência é a coleção de obras renascentistas, repleta de obras-primas, como a mundialmente famosa O Nascimento da Vênus, de Botticelli.

  12. Hallgrímskirkja

    A imensa igreja de concreto (1945–86) de Reykjavík, que é a estrela de milhares de cartões postais, domina o horizonte e é visível a até 20km de distância. Ganhe uma vista imperdível da cidade apenas pegando um elevador que sobe a torre de 74.5m. Fazendo contraste com o elevado drama do exterior, o interior da igreja luterana é bastante simples. A característica que mais chama atenção é a série de 5275 flautas do órgão instalado em 1992. O tamanho e design radical da igreja causaram controvérsia e seu arquiteto, Guðjón Samúelsson (1887–1950), não chegou a presenciar sua conclusão.

    De meados de junho a meados de agosto, ouça concertos de cordas ao meio-dia de quarta-feira e recitais de órgãos ao meio-dia de sábado e em algumas quintas, além de domingo às 17h. Missas são celebradas aos domingos, 11h, e uma pequena missa às quartas, 8h. Há uma missa celebrada em inglês no último domingo do mês, às 14h.

  13. Hôtels Particuliers

    Nos séculos 17 e 18, os comerciantes mais ricos de Montpellier construíram grandiosos hôtels particuliers, em geral com aparência externa bastante sóbria, mas com pátios internos resplandecentes (a maioria, infelizmente, fechada ao público). As casas mais importantes estão marcadas com uma placa descritiva em francês. Em frente à place Pétrarque, o Hôtel de Varennes (2 place Pétrarque) é um prédio medival que passou por uma interessante
    repaginação renascentista e agora abriga o pequeno museu de história da cidade, o Musée du Vieux Montpellier. Na próxima rue Jacques Coeur se encontra o Hôtel des Trésoriers de France (7 rue Jacques Coeur), do século 17, que abriga o Musée Languedocien. Um pouco adiante fica o Hôtel St-Côme (Grand Rue Jean Moulin), grandioso o bastante para abrigar a Câmara Comercial da cidade. Próximo à Cathédrale St-Pierre, fica o Hôtel de la Vieille Intendance (rue de la Vieille Intendance), construído no início do século 17 durante o reinado de Luís XIII para a rainha-mãe e sua sobrinha Marie-Louise d’Orléans (popularmente conhecida como “La Grande Mademoiselle”). A casa foi depois ocupada pelo intendant (governador) da cidade, pelo filósofo Auguste Comte e pelo poeta Paul Valéry, nascido em Sète.

  14. Jardin des Plantes

    Ao norte da place Royale du Peyrou fica o encantador jardim botânico de Montpellier, o mais antigo da França (1593) e ainda utilizado como fonte de pesquisas pela Universidade de Montpellier.

  15. La Rambla

    Carcado por ruas de tráfego restrito e plátanos, o meio da Rambla é um largo bulevar para pedestres, lotado todo dia até a madrugada por uma mistura de barcelonins e turistas. Pontuada de cafés, restaurantes, quiosques e bancas de jornais, e animada por artistas de rua, mímicos e estátuas vivas, a Rambla é diversão eterna.

    Seu nome vem do córrego (raml, em árabe) sazonal que havia aqui. A partir do início da Idade Média era mais conhecido como Cagalell (Córrego de Merda) e até o século XIV ficou fora dos muros da cidade. Prédios monásticos foram então construídos e subsequentemente, do século XVI ao início do século XIX, surgiram as mansões das famílias ricas. Extraoficialmente, a Rambla é dividida em cinco partes, o que explica algumas pessoas a chamarem de Las Ramblas:

    1. La Rambla de Canaletes: é o ponto de encontro dos torcedores do FC Barcelona quando o time ganha um campeonato.  O nome foi dado graças a uma fonte de água potável da virada do século XX. Hoje, muitas pessoas afirmam que quem bebe da fonte vai voltar a Barcelona.
    2. La Rambla dels Estudis ou La Rambla dels Ocells: conhecido por seu mercado de pássaros (ocells).
    3. La Rambla de Sant Josep ou La Rambla de les Flors: é repleta de barraquinhas de flores. É nessa parte que se encontra o agitado mercado de alimentos Mercat de la Boqueria,
    4. La Rambla dels Caputxins ou La Rambla del Centre: ao sul dessa parte, no lado leste, a Rambla se torna mais barra-pesada, com ocasionais clubes de strip-tease e peep show.

    La Rambla de Santa Mônica: o nome vem do convento de Santa Mônica, que hoje abriga uma galeria de arte e o Centre d’Art Santa Mônica.