Damasco

Atrações em Damasco

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  1. Mausoléu de Saladino

    No pequeno jardim arqueológico situado ao longo do muro norte da Mesquita Omíade estão colunas que datam do Templo de Júpiter romano, e também um pequeno edifício branco com uma cúpula de cor terracota, que é o mausoléu de Saladino. O famoso cavaleiro que combateu os cruzados morreu em Damasco em 1193, e um mausoléu original foi erguido em sua homenagem, nesse mesmo ano.

    Ele foi restaurado com o financiamento do Kaiser Wilhelm II da Alemanha durante a sua visita a Damasco em 1898.

    Para um homem conhecido pela sua austeridade, o mausoléu é fidedigno à sua personalidade e é bastante modesto. No interior, é possível ver dois cenotáfios – o de madeira de nogueira à direita, com motivos elaborados do período Aiúbida é o de Saladino. O túmulo moderno de mármore à esquerda foi doado pelo Kaiser Wilhelm.

    No ticket de entrada está incluída a Mesquita Omíade.

  2. Santuário de São João Batista

    O santuário de São João Batista (profeta Yahia para os muçulmanos), com sua cúpula verde de mármore, está um tanto quanto fora de contexto na sala de orações da mesquita Omíada. A história é que durante a construção da mesquita, no século 8, um caixão foi descoberto sob o piso da basílica que continha a cabeça de São João Batista ainda com pele e cabelos intactos. No entanto, esse é um dos muitos locais que alega ser o repouso final do apóstolo e, a não ser que ele tenha sido multicéfalo, as alegações não podem ser levadas ao pé da letra.

  3. Souq Saroujah

    O Souq Saroujah é um bairro tranquilo de ruas estreitas, pequenas lojas, mesquitas e túmulos medievais, e é também um lugar fascinante para um passeio a pé.

    Nos tempos medievais, as áreas localizadas na saída da cidade eram utilizadas como locais de sepultamento. Isso ainda pode se ver hoje, com grandes áreas de cemitério se estendendo ao sul da cidade antiga de Damasco e Alepo. No entanto, as necessidades dos vivos às vezes se sobrepõem às dos mortos, como foi o caso da área agora conhecida como Souq Saroujah. Durante o império Aiúbida, os campos ao norte do rio Barada se tornaram o local preferido para túmulos e mausoléus de nobres, e por muitas centenas de anos esse local funcionou como um local de sepultamento para figuras proeminentes da época. Com a expansão da cidade no período Otomano, o espaço dentro das muralhas da cidade passou a ser muito disputado, e os cemitérios acabaram embaixo das casas de servos turcos com posses e militares.

    Infelizmente, a pressão para a construção de novas habitações existe até hoje, e muitas das belas casas histórias da cidade foram demolidas em nome da renovação urbana.