Barcelona

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  1. Caelum

    Séculos de divina tradição gastronômica de toda a Espanha estão concentrados neste belo espaço medieval no coração da cidade. Doces (como o irresistível marzipã de Toledo) feitos por freiras em conventos de todo o país são encontrados nesse antro de delícias.

  2. Casa Calvet

    Uma das primeiras obras-primas de Gaudí, com suas curvas características, abriga atualmente este restaurante elegante (logo à direita da entrada principal do edifício). Vá bem vestido e peça uma taula cabina (reservado de madeira) para ter mais privacidade. Você pode optar por vieires a la planxa amb tagliatelle i tomàquet confitat (vieiras grelhadas com tagliatelle e confit de tomate). Há vários menus degustação por até 69 euros, e um menu infantil por 16.

  3. Cassino

    O Cassino de Barcelona, em Port Olimpic, é o lugar certo para quem se sente com sorte ou tem dinheiro. Oferece dos jogos mais comuns aos mais sofisticados e possui restaurantes, bares e uma discoteca.

  4. Castell de Montjuïc

    O ameaçador Castell (castelo ou forte) domina, a sudeste, os pontos altos de Montjuïc, oferecendo uma vista ampla do Mediterrâneo. Sua estrutura atual data do final do século XVII e do século XVIII. Na maior parte de sua história obscura, foi usado como ponto de observação da cidade, prisão política e local de execuções. Nele, foram mortos anarquistas no final do século XIX, fascistas durante a guerra civil e, posteriormente, republicanos. O castelo é cercado por uma rede de valas e muros (o que deixa clara sua posição estratégica em relação à cidade e ao porto).

    Existem planos para a criação, nos próximos anos, de um centro internacional da paz no castelo, assim como de uma mostra sobre a história do local. Enquanto isso não acontece, pode-se ver uma modesta exposição temporária em um dos bastiões do castelo, à direita, assim que você entra. Chamada Barcelona Té Castell (Barcelona tem um castelo), explica um pouco da história do lugar e detalha planos para o seu futuro.

    Mas a melhor parte desse passeio é a vista para o mar, o porto e a cidade que se tem do castelo e dos arredores.

    Quem fala catalão ou espanhol pode fazer tours guiados grátis no forte aos sábados e domingos (11h30 em catalão, 13h em espanhol). É possível, ainda, agendar tours em grupo, também em inglês e francês.

  5. Corrida

    Barcelona oferece várias opções para quem gosta de correr. A esplanada da orla marítima e a as praias são perfeitas para uma corrida matinal, quando ainda estão vazias. Os barcelonins que correm pra valer vão ao Parc de Collserola, cheio de trilhas. Mais convenientes são os jardins e o parque de Montjuïc. Correr no centro da cidade é loucura: além de ser cheio de gente, a poluição não agradará aos seus pulmões.

  6. Dry Martini

    Com o sorriso discreto de quem sabe o que faz, os garçons atenderão aos seus pedidos de coquetéis. O drinque da casa, bebido no bar ou em um dos macios sofás de couro verde, é uma pedida sem erro. O gim-tônica é servido em um copo enorme – dois desses e você ficará bem ligado! Nos fundos, há um restaurante, o Speakeasy.

  7. El Corte Inglés

    Principal loja de departamento da Espanha, a “Corte Inglesa” tem tudo que você pode esperar, de computadores a almofadas e de alta-costura a produtos para a casa. O andar superior é ocupado por um restaurante mediano com bela vista da cidade. A loja possui filiais.

  8. Hotel Axel

    Preferido de gente fashion e gays, o Axel ocupa um elegante edifício de esquina e foi completamente remodelado em 2010. Tem 150 quartos de design, com toques modernos, cores suaves, TVs de plasma e camas tamanho king (nos quartos duplos). Descanse na piscina da cobertura, na sauna finlandesa ou no banho do spa. O Skybar, na cobertura, fica aberto para coquetéis de maio a setembro.

  9. Hotel Banys Orientals

    Tons de azul combinam com o assoalho de madeira escura, dando a esse lindo hotel boutique um encanto discreto. Todos os quartos (pequenos, mas impecáveis) têm vista para as travessas ao redor. 

  10. Hotel Colón

    A privilegiada localização, em frente à catedral, confere a esse hotel uma graça especial. Oferece vários tipos de quartos (142 no total), desde modestos aposentos para solteiros até elegantes quartos duplos e suítes. A decoração varia consideravelmente (de assoalhos de madeira a carpetes). Os quartos do último andar, com terraço, são maravilhosos (e saem por cerca de 300 euros).

  11. Jamboree

    Muito antes de Franco dizer adiós a este mundo, Jamboree já alegrava os fãs de jazz de Barcelona apresentando shows com artistas do calibre de Chet Baker e Ella Fitzgerald. Hoje, os shows geralmente começam às 23 horas, embora também sejam frequentes sessões às 21 horas. Quando terminam as apresentações ao vivo, em torno das 2 horas, Jamboree se transforma em discoteca e o som que se ouve varia inevitavelmente do hip hop, funk ao r&b.

  12. La Rambla

    Carcado por ruas de tráfego restrito e plátanos, o meio da Rambla é um largo bulevar para pedestres, lotado todo dia até a madrugada por uma mistura de barcelonins e turistas. Pontuada de cafés, restaurantes, quiosques e bancas de jornais, e animada por artistas de rua, mímicos e estátuas vivas, a Rambla é diversão eterna.

    Seu nome vem do córrego (raml, em árabe) sazonal que havia aqui. A partir do início da Idade Média era mais conhecido como Cagalell (Córrego de Merda) e até o século XIV ficou fora dos muros da cidade. Prédios monásticos foram então construídos e subsequentemente, do século XVI ao início do século XIX, surgiram as mansões das famílias ricas. Extraoficialmente, a Rambla é dividida em cinco partes, o que explica algumas pessoas a chamarem de Las Ramblas:

    1. La Rambla de Canaletes: é o ponto de encontro dos torcedores do FC Barcelona quando o time ganha um campeonato.  O nome foi dado graças a uma fonte de água potável da virada do século XX. Hoje, muitas pessoas afirmam que quem bebe da fonte vai voltar a Barcelona.
    2. La Rambla dels Estudis ou La Rambla dels Ocells: conhecido por seu mercado de pássaros (ocells).
    3. La Rambla de Sant Josep ou La Rambla de les Flors: é repleta de barraquinhas de flores. É nessa parte que se encontra o agitado mercado de alimentos Mercat de la Boqueria,
    4. La Rambla dels Caputxins ou La Rambla del Centre: ao sul dessa parte, no lado leste, a Rambla se torna mais barra-pesada, com ocasionais clubes de strip-tease e peep show.

    La Rambla de Santa Mônica: o nome vem do convento de Santa Mônica, que hoje abriga uma galeria de arte e o Centre d’Art Santa Mônica.

  13. Mercat de la Bosqueria

    Um dos maiores mercados de alimentos e outros produtos do mundo.  Dê uma volta, apenas, ou se entregue aos sabores locais e internacionais. 

  14. Parc d’Atraccions

    A maioria dos barcelonins vem para Tibidabo em busca de emoção neste parque de diversões próximo à estação do funicular no alto da montanha. Entre as principais atrações está a imensa Muntanya Russa, que permite admirar vistas maravilhosas de seus pontos mais altos, antes de mergulhar a 80 Km/h no meio da mata. Mas também há opções mais suaves, como o cinema 3D e uma miniatura de trem a vapor.

  15. Park Güell

    Ao norte de Grácia e cerca de 4 Km da Plaça de Catalunya, o Park Güell é fruto da experiência de Gaudí com o paisagismo. É um lugar estranho e encantador, onde a paixão de seu criador pelas formas naturais realmente alçou voo – a ponto de o artificial quase parecer mais natural que o próprio natural.

    O Park Güell nasceu em 1900, quando o conde Eusebi Güell comprou uma colina arborizada fora de Barcelona e contratou Gaudí para criar ali uma cidade miniatura com residências para os ricos. Fracasso comercial, o projeto foi abandonado em 1914. Mas, antes disso, Gaudí criou – em seu estilo inimitável – 3 Km de estradas e passeios, degraus, uma praça e duas portarias. Em 1922, a cidade comprou o terreno para transformá-lo em parque público.

    Na parte interna, logo depois de passar pela entrada principal na Carrer d’Olot – imediatamente reconhecível pelas duas portarias “João e Maria” –, fica o Centre d’Interpretac no Pavelló de Consergeria, antiga casa do zelador cheia de curvas que hoje abriga uma mostra sobre os métodos de construção de Gaúdí e a história do parque. Há belas vistas no último andar.

    A partir da entrada, degraus protegidos por um dragão/lagarto coberto por mosaicos (cópias são vendidas em lojas de suvenir da cidade) levam à Sala Hipóstila (também conhecida como Templo Dórico), uma floresta com 88 colunas de pedra (algumas inclinadas como árvores que se curvam com o peso do tempo) inicialmente planejada para ser um mercado. À esquerda há uma galeria cujo teto e colunas de pedra retorcidas dão o efeito de um claustro sob as raízes das árvores – um tema que se repete em muitos lugares do parque. Sobre a Sala Hipóstila fica o amplo espaço aberto cujo destaque é o Banc de Trencadís, banco de ladrilhos que se curva sinuosamente seguindo seu perímetro, que foi projetado por um dos colegas mais próximos de Gaudí, o arquiteto Josep Maria Jujol (1879-1949).

    A construção á direita é a casa-Museu Gaudí, onde ele viveu a maior parte de seus últimos 20 anos (1906-1926). Ela contém mobília feita por ele.

    A maior parte do parque ainda está revestida de vegetação, mas há muitas trilhas. As melhores vistas são do cruzeiro de Turó del Cavari, no canto sudoeste.

    Saindo da estação Lesseps do metrô, placas indicam a direção do parque. Da estação Vallcarca, o caminho é um pouco mais curto e a ladeira é facilitada por escadas rolantes. O ônibus 24 deixa você em uma entrada próxima à parte alta do parque.