Bangkok

Atrações em Bangkok

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  1. Sao Ching-Cha

    Dita a crença Braman que, durante o segundo mês lunar (geralmente em janeiro), a deusa Shiva desce à Terra para uma residência de 10 dias, e que ela deve ser recebida com grandes cerimônias , o que no passado grandes desafios. Portanto, todos os anos, acrobatas e desesperados enfrentavam o Balanço Gigante, uma estrutura vermelha emblemática e hoje em desuso, feita de seis toras gigantes de madeira. Durante a cerimônia, os homens balançavam o corpo projetando-se em arcos cada vez maiores a fim de alcançar uma bolsa cheia de ouro, pendurada numa vara de bambu de 15m de altura.

    Quem conseguisse agarrar o ouro, ficava com ele. Mas não era tarefa fácil, e as fatalidades eram tão comuns quanto os êxitos. Uma foto em preto e branco ilustrando esse rito arriscado pode ser vista no balcão da bilheteria do adjacente Wat Suthat.

    Os brâmanes desfrutavam de uma posição mística dentro da corte real, principalmente nos rituais de coroação. Mas após a revolução de 1932, seu poder decrescente terminou de vez e o festival, incluindo o balanço, foi descontinuado durante o reinado de Rama VII (Rei Prajadhipok; reinado de 1925–35). Em 2007, o Balanço Gigante foi substituído pelo atual, mais novo. A versão anterior é mantida no Museu Nacional.

  2. Wat Phra Kaew e Grand Palace

    Também conhecido como o “Templo do Buda de Esmeralda”, Wat Phra Kaew é o nome coloquial de um complexo vasto, saído de um conto de fadas, que também inclui a antiga residência da monarquia tailandesa – o Grand Palace.

    A  propriedade foi consagrada em 1782, o ano em que o governo passou para Bangkok, e hoje é a maior atração turística da cidade e um destino de peregrinação para budistas devotos e nacionalistas. O terreno de 94,5 hectares inclui mais de 100 edifícios, que representam 200 anos de história monárquica e experimentações arquitetônicas. A maior parte da arquitetura, seja monárquica ou sagrada, pode ser classificada como “ratanakosin” (ou ao estilo antigo de Bangkok).

    Alojado numa bòht (capela) fantasticamente decorada e guardado por pares de yaksha (gigantes míticos), o buda de esmeralda é a atração principal do templo. Ele está sentado no topo de um altar elevado, pouco visível em meio às decorações douradas. A figura diminuta está sempre trajada em robes reais, um para cada estação – quente, fria e chuvosa. Em uma cerimônia solene, o rei (ou nos anos mais recentes, o príncipe da coroa), troca as roupas da estátua no início de cada estação. Murais budistas recentemente restaurados revestem as paredes interiores da bòht, e os murais do Ramakian (a versão tailandesa do épico indiano Ramayana) forram as paredes de dentro do complexo do templo. Pintados originalmente durante o reino de Rama I e também restaurados recentemente, os murais ilustram o épico em sua totalidade, com início no portão norte e seguindo no sentido horário ao redor do complexo.

    Exceto por uma ou outra ante-sala, os edifícios do Grand Palace (Phra Borom Maharatchawong) só são usados pelo rei em determinadas ocasiões cerimoniais, como o Dia da Coroação.

    O Borombhiman Hall (na extremidade leste), uma estrutura de inspiração francesa que serviu de residência a Rama VI, é ocasionalmente utilizado para hospedar dignitários estrangeiros. O edifício a oeste é o Amarindra Hall, originalmente um salão de justiça, mas hoje local de cerimônias de coroação.

    O maior dos edifícios palaciais é o Chakri Mahaprasat, o Grand Palace Hall. Construído em 1882 por arquitetos britânicos com mão-de-obra tailandesa, o exterior é uma mistura peculiar de Renascença italiana e arquitetura tailandesa tradicional. É um estilo normalmente citado como  “fa·ràng sài chá·dah” (“um ocidental com uma coroa tailandesa”), pois cada uma das alas tem um mon·dòp no topo – um pináculo ricamente ornamentado representando uma adaptação tailandesa do mandapa hindu (relicário). O mon·dòp mais alto, no centro, contém as cinzas dos reis Chakri; o mon·dòp lateral consagra as cinzas de príncipes Chakri. Os reis tailandeses alojavam seus enormes haréns na área interior do palácio, que era guardada por sentinelas femininas treinadas para combate.

    Por último, de leste para oeste, fica o Dusit Hall, no estilo Ratanakosin, que inicialmente servia como local de audiências da realeza e, mais tarde, como sala funerária da mesma.

    É possível contratar guias no quiosque da bilheteria – ignore as ofertas de outros indivíduos. Um audio-guia pode ser alugado por duas horas a 200B. A melhor maneira de chegar ao Wat Phra Kaew e o Grand Palace é ou após uma curta caminhada a partir do sul de Banglamphu, via Sanam Luang, ou pegando o barco Chao Phraya Express para Tha Chang. Da área da Siam Sq, em frente ao MBK Center, pegue o ônibus 47.

    O ingresso para o complexo inclui a entrada no Dusit Park, que por sua vez inclui a Vimanmaek Teak Mansion e o Abhisek Dusit Throne Hall.

  3. Wat Traimit (Buda Dourado)

    A atração de Wat Traimit é, indubitavelmente, a imagem do Buda de 3m de altura e 5.5 toneladas de ouro sólido, que reluz, bom... como ouro. Esculpida no gracioso estilo Sukhothai, a imagem foi “descoberta” há cerca de 40 anos sob um revestimento de estuco ou emplastro, quando caiu de um guindaste ao ser removida para um novo edifício dentro do complexo do templo. A teoria é que a cobertura foi adicionada para protegê-la das hordas de saqueadores ou durante o final do período Sukhothai, ou no final do período Ayuthaya, quando a cidade estava sitiada pelos birmaneses. Estima-se que o templo em si date do início do século 13.

    Doações e um fluxo constante de turistas têm se provado lucrativos, e a estátua está agora alojada numa nova estrutura de mármore de quatro andares. O segundo andar no edifício abriga a Phra Buddha Maha Suwanna Patimakorn Exhibition, uma exposição permanente que explica como a estátua foi feita, descoberta e chegou ao lar atual; já o 3º andar aloja o Yaowarat Chinatown Heritage Center, um museu pequeno mas interessante, com exibições multimídia sobre a Chinatown de Bangkok e seus residentes.