Austrália

Todas em Austrália

‹ Anterior

de 2

  1. Bondi Beach

    A cara de Sydney, a praia Bondi é uma das melhores do mundo: o oceano se choca contra a costa; o Pacífico chega ali em grandes ondas espumantes. Igualitária e democrática como as suas areias, é a praia aonde o mar chega mais próximo do centro da cidade (8 km de distância), com ondas sempre atraentes (embora lotadas) e boas oportunidades de nado difícil (a temperatura média da água mantém-se em 21°C). Se o mar estiver bravo, banhe-se em uma das pontas da praia; são perfeitas para as crianças.

    Dois grupos de salva-vidas – Bondi e Bondi Norte – vigiam a praia entre as bandeiras amarelas e vermelhas, posicionadas de forma que os banhistas evitem tombos e rodamoinhos. Milhares de nadadores infelizes têm de ser resgatados todos os anos (suficientes para inspirar um programa de TV sobre isso), então não reforce essa estatística – nade apenas entre as bandeiras indicativas. Os surfistas se instalam nos bancos de areia das pontas da praia; são bons lugares para quem está aprendendo também. Prefere skates a pranchas? Há uma pista na ponta sul da praia. Se o seu corpinho numa sunga não estiver fazendo lá muito sucesso, há uma área para exercícios perto do North Bondi Surf Club, no norte da praia. Coincidentemente (ou talvez não), esse é o point dos homens gays – pelados ou não.

    O Bondi Pavilion tem vestiários, armários e uma sorveteria. Mas você também encontra sorveteiros na areia durante o verão. A ponta norte da praia tem churrasqueiras que funcionam com moedas. Bebida alcoólica é proibida na praia. 

  2. BridgeClimb

    (adulto $198-318, criança $148-208) Já houve um tempo em que apenas pintores e rebeldes sem causa (um deles, este que vos escreve!) escalavam Harbour Bridge – mas, agora, todo mundo pode fazer isso (Bruce Springsteen, Bette Midler, Will Smith…). Passe pelo hall de partida e pela longa sessão de treinamento, ajuste o capacete, encaixe a corda de proteção na cintura e vista o seu macacão cinza (Elvis Presley ia adorar!) e pronto. Se tiver medo de altura, a parte mais assustadora será atravessar a estrutura sob a ponte; no vão curvado, você não precisa olhar diretamente para baixo, pois o caminho é largo o suficiente. O tour leva 3h30 – vá ao banheiro antes de partir para a escalada. 

  3. Chiswick Restaurant

    Os Chiswick Gardens são a estrela da culinária no momento, mais ainda do que o seu chef-celebridade, Matt Moran. O ambiente é cercado por um jardim que define o cardápio: tudo o mais fresco possível. Mas isso não significa que só haja opções para herbívoros: carne da fazenda da família Moran e frutos do mar locais também têm vez. 

  4. Manly Wharf Hotel

    Resgatando o design dos anos 1950 (todas as paredes são de bambu e pedra), o Manly Wharf Hotel é perfeito para beber uma cerveja à tarde. Relaxe após um dia movimentado de surfe, depois pegue a balsa. A transmissão de esportes atrai muitos clientes e, nos domingos à tarde, DJs animam o ambiente. Há, ainda, boa comida de pub, com “especiais” servidos todos os dias.

     

     

     

  5. Messina

    (2 bolas $6) Junte-se às filas de gente que parece nunca ter experimentado sorvete na vida no balcão da melhor sorveteria da cidade. Fica claro, aqui, que até as pessoas mais lindas e em forma não conseguem resistir aos sabores originais, como figos em Marsala e caramelo salgado. A loja de bolos ao lado serve doces disfarçados de hambúrgueres e cogumelos. 

  6. Ponte da Baía de Sydney

    Seja passando sobre ela de carro,patins,  escalando, ou talvez até mesmo navegando sob ela, os habitantes de Sydney amam a sua ponte e são atraídos por ela como formigas pelo sorvete. Apelidada de “velho cabide”, é algo incrivelmente grande – ao avistá-la de canto de olho, é capaz de você levar um susto! Talvez o poeta local Kenneth Slessor tenha a descrito melhor: “Dia e noite, a ponte treme e ecoa como um ser vivo”.

    Descrição física: 134 m de altura, 502 m de comprimento, 49 m de largura e 53.000 toneladas de peso. Essa ponte massiva liga o CBD (Central Business District, ou Distrito Central de Negócios) ao norte da cidade, cruzando o porto em um dos seus pontos mais estreitos. As duas metades desse imponente arco criado pelo engenheiro-chefe JJC Bradfield foram construídas separadamente, cada qual partindo de uma margem. Em 1932, após nove anos de trabalho impiedoso para 1.400 construtores, os dois arcos alcançaram apenas alguns centímetros de distância quando ventos de 100km/h abalaram as estruturas. Mas o “cabidão” ficou firme e forte e logo foi finalizado. Em 2007, a ponte completou 75 aninhos – 250 mil pessoas celebraram fazendo a sua travessia.

    A melhor forma de conhecer a ponte é mesmo a pé – não espere muito da vista ao atravessá-la de trem ou carro (há um pedágio para os que vão no sentido sul). Escadarias acessam a ponte dos dois lados; uma passarela percorre a ponte inteira do lado leste. Se nem essa vista satisfizer você, tente a aventura Bridge Climb (Escalada da Ponte), de fazer tremer os joelhos, ou suba no observatório do museu Pylon Lookout, entrando pela escadaria da Cumberland St. As vistas lá de cima são incríveis, e as exposições do museu explicam como a ponte foi construída. Não se preocupe se os “pilões” (pylons) parecerem bambos, pois são decorativos – há uma estrutura de granito abaixo. 

  7. Powerhouse Museum (Museu da Usina Elétrica)

    A uma curta caminhada do Darling Harbour, esse museu, que é o mais voltado para crianças em Sydney, funciona dentro da antiga usina elétrica que colocava para funcionar os já desativados bondinhos da cidade. Demonstrações interativas, que mostram, por exemplo, raios, campos magnéticos e motores, deixam as crianças boquiabertas. Procure a réplica do Relógio de Strasburg Clock no terceiro andar e pelos experimentos do primeiro andar.

    Assim que entrar, pegue um mapa do museu e, na saída, uma edição gratuita do jornal Daily Telegraph. Boa acessibilidade para pessoas com deficiência.

  8. Pullman Quay Grand Sydney Harbour

    Vizinho da Opera House, esse edifício - conhecido como “a torradeira” - tem uma localização badaladíssima – tanto que pode esvaziar a sua carteira sem dó nem piedade. Os seus apartamentos bem decorados, em estilo contemporâneo, colocam você bem no coração de Sydney, rodeado por restaurantes, bares e pelo chamativo porto.

    Nossos autores visitaram o Pullman Quay Grand Sydney Harbour e o selecionaram como um dos nossos hotéis recomendados em Circular Quay & The Rocks.

  9. Quay

    Quay não tem vergonha de quebrar aquela regrinha “lindas vistas, péssima comida”. Peter Gilmore pode ser um dos chefs-celebridade mais jovens de Sydney, mas o seu cardápio maravilhoso prova que ele sabe o que faz. E a vista? É como jantar dentro de um cartão postal – desde que não haja um navio tapando o panorama. É preciso reservar. 

  10. Spence & Lyda

    Sólida, mas longe de ser rústica;reluzente, embora nada exagerada, essa loja vende apetrechos de cozinha, tecidos, móveis, lâmpadas, roupas de cama, taças e mantas da Itália e dos Estados Unidos – mesmo o mais determinado dos viajantes vai querer voltar para casa só para cuidar do “ninho”. Não se sinta intimidado pelos atendentes: eles só estão entediados e terão prazer em ajudar você.  

  11. Springfield Lodge

    Esta casa de fachada dupla, dos anos 1930, esconde uma boa surpresa de hospedagem mediana; bem reformada em 2007, tem quartos pequenos, mas com cara de novinhos. Os quartos dos fundos são maiores e mais tranquilos.

    Nossos autores visitaram Springfield Lodge e o selecionaram como um dos nossos hotéis recomendados em Kings Cross a Potts Point.

  12. Strand Arcade

    Construída em 1891, a Strand concorre com a QVB em exuberância. Três andares de roupas de marca, estilo clássico australiano e uma variedade de cafés à moda antiga com certeza estenderão a sua presença dentro da loja. As melhores marcas australianas ficam reunidas nos andares mais altos: jeans justos, de cintura baixa, de Bettina Liano, peças ousadíssimas de Wayne Cooper, babados e meias-calças Alannah Hill, além de Corner Shop, Dinosaur Designs, Leona Edmiston, Love+Hatred, Sass & Bide e Strand Hatters. 

  13. Surfection

    Com a sua coleção de pranchas, roupas de banho, chinelos, relógios, camisetas e até malas, a loja de surfe mais descolada de Bondi tem tudo de que um surfista estiloso precisa (exceto pelo clareador de cabelo – para isso, vá a um químico bem discreto). Antigas pranchas ficam penduradas no teto, enquanto as novas enchem as paredes (JS, Al Merrick, Channel Islands, Takayama).

  14. Sydney Opera House

    Essa joia glamourosa, onde bate o coração das artes na Austrália, tem cinco palcos principais: o Concert Hall (com capacidade para 2.679 pessoas), o Opera Theatre (1.507), o Drama Theatre (544), a Playhouse (398) e o Studio (350 sentadas, 600 em pé). Teatro, comédia, música, dança e balé – tudo é apresentado aqui, mas o teatro em si que é a grande estrela.

  15. Tilbury

    Antigamente destino de marinheiros brutos e afins, o Tilbury agora brilha no cenário social de Sydney. Playboys, donos de iates e executivos: todos povoam o seu interior bem iluminado. O bistrô, o bar e o biergarten ficam lotados aos fins de semana (especialmente nos domingos à tarde); DJs tocam soul, funk e rare-groove de quinta a domingo. E marinheiros ainda aparecem para tomar uma cerveja!