América Central

Atrações em América Central

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  1. Bibliothèque

    Marco mais visível de Fort-de-France, a Bibliothèque Schoelcher é uma construção colorida, com abóbada bizantina e um interior ornamentado. Obra do arquiteto Henri Pick, contemporâneo de Gustave Eiffel, foi construída em Paris e exposta na World Exposition, em 1889. Depois, foi desmontada, enviada em partes para Fort-de-France e remontada em sua localização atual. A seção da frente contém livros antigos, móveis de época e uma série de exposições temporárias sobre arquitetura e história local, e a parte de trás é uma biblioteca pública em funcionamento.

  2. Bob Marley Museum

    Para muitos, a Jamaica é sinônimo de reggae e de Bob Marley. A grande casa colonial onde ele viveu e gravou desde 1975 até sua morte, em 1981, é a atração mais visitada da cidade. A construção é protegida por um muro pintado e adornado com fotos e murais rastafáris, inclusive um com seus sete filhos homens. Os discos de ouro e platina de Marley (Exodus, 1977; Uprising, 1980; e Legend, 1984) também estão expostos nas paredes, junto de mantos religiosos rastafáris.

  3. Calle Mercaderes

    O calçadão de paralelepípedos da calle Mercaderes foi restaurado pelo Gabinete do Historiador da Cidade e hoje
    é quase uma réplica literal da esplêndida rua que foi no século 18. Intercalados com museus, lojas e restaurantes são verdadeiros projetos sociais. A maioria dos museus tem entrada grátis, incluindo a Maqueta de La Habana Vieja (Mercaderes, 114; visita sem guia/guiada CUC$1/2; 9-18h), uma maquete em escala de 1:500 de Habana Vieja acompanhada por uma autêntica trilha sonora que imita o som da vida na cidade. Também há a Casa de la Obra Pía (Obrapía, 158; entrada CUC$1; 9-16h30 ter-sáb, 9h30-12h30 dom), típica residência aristocrática cubana construída em 1665 que hoje abriga um dos projetos sociais mais importantes do departamento histórico da cidade: uma cooperativa de costura e bordado dentro de uma pequena loja que vende roupas e
    tecidos na Calle Mercaderes.

  4. Casco Viejo

    Graças à destruição da cidade velha por Henry Morgan, em 1671, os espanhóis deslocaram sua cidade 8km para o sudoeste, para uma península rochosa aos pés do Cerro Ancón. A nova localização facilitava a defesa, já que os recifes impediam os navios de chegar à cidade, a não ser com a maré alta. A nova cidade também era fácil de defender por estar cercada por uma muralha, que é a razão do nome Casco Viejo.

     

    Hoje, Casco Viejo sofre um lento processo de gentrificação e os edifícios que já foram restaurados dão uma ideia do quão magnífica a área deve ter sido há anos atrás.O reconhecimento desses esforços pela comunidade internacional resultou na declaração da área como patrimônio mundial da humanidade pela UNESCO, em 2003. Porém, parte da fascinação de passear pelas ruas de pedra de Casco Viejo está no charme dilapidado dos prédios decadentes, casas abandonadas e ruínas vedadas.

     

    A restauração de Casco Viejo ainda está se desenrolando, então, por favor, esteja atento aos seus arredores e aja com cautela enquanto explora esse bairro fascinante.

  5. Catie

    O amplo terreno do Catie, dois quilômetros a leste de Turrialba, abrange mil hectares dedicados à pesquisa e à educação em agricultura tropical. Agrônomos de todo o mundo reconhecem o local como um dos centros mais importantes dos trópicos. É preciso reservar um dos vários tours guiados para conhecer os laboratórios, estufas, banco de sementes, áreas experimentais e uma das maiores bibliotecas sobre agricultura tropical do mundo. Como alternativa, pegue um mapa e faça uma caminhada autônoma.

  6. Cayman National Museum

    A coleção do museu inclui peças sobre a história cultural e natural da ilha e uma interessante apresentação audiovisual. O museu fica na casa mais antiga de George Town, datada de 1830. Mergulhadores vão gostar da maquete que mostra como recifes e paredões se formam.

  7. Château Dubuc

    Na ponta da península, ficam as ruínas de um casarão do século 17, uma das mais extensas da Martinica, e há um pequeno museu no local. O dono da propriedade ganhou notoriedade por usar uma lanterna como chamariz para os navios – as embarcações encalhavam perto da praia e o homem se lançava à pilhagem. Várias trilhas começam no estacionamento, inclusive uma caminhada de 30min para um farol histórico com uma vista maravilhosa.

  8. Cheddie’s Carving Studio

    O mestre entalhador Cheddie mostra obras em seu estúdio na avenida principal de West End, perto da saída para
    Meads Bay. Passe para testemunhar a mágica transformação de pedaços de madeira esquecidos em esculturas sensacionais.

  9. Devon House

    Essa casa colonial restaurada fica em um terreno ajardinado na ponta noroeste da Hope Rd., no cruzamento com a Waterloo
    Rd. Foi construída em 1881 por George Stiebel, um fabricante de rodas que subiu na vida e se tornou o primeiro negro milionário da Jamaica. Os jardins arborizados atraem os locais que buscam um lugar agradável para ler ou namorar.

  10. Dominica Museum

    Esse museu dá um panorama da história da Dominica e de seu povo. Além de fotos do jovem Jean Rhys, você encontrará artefatos indígenas como machados de pedra e outras ferramentas, adornos (estatuetas de argila dos índios aruaques) e canoas. Painéis informativos detalham o estilo de vida dos caraíbas, a cultura crioula e o comércio de escravos. Fotos e pinturas antigas traçam a história de Roseau, de quando era um charco pantanoso até se tornar a maior cidade da ilha.

  11. Fort Amsterdam

    Esse forte abriga escritórios governamentais e oficiais. Dentro de seu grande jardim, você pode observar as cores vivas da arquitetura colonial holandesa. Partes das antigas muralhas ainda podem ser vistas pelo complexo e há um museu na igreja.

  12. Fort Fincastle e Queen’s Staircase

    Com formato de barco a vapor, esse forte em cima de um morro foi construído pelo lorde Dunmore em 1793 para proteger o porto. Nunca usado, foi convertido em farol. O forte em si não é fascinante, mas pela vista panorâmica do topo vale. Jovens “guias turísticos” tentarão oferecer seus serviços – você não precisa deles. A Queen’s Staircase mostra o caminho até o topo. Entalhada em granito por escravos, a escadaria é um dos cartões-postais mais duradouros da ilha.

  13. Fort George

    A fortaleza mais antiga de Granada foi construída pelos franceses em 1705 e se destaca no horizonte de St. George’s. O quartel-general da polícia ocupa seu interior, mas você pode passear pela construção, explorar seus túneis escuros e subir ao topo para ver os canhões e um panorama da cidade e das colinas da Grand Etang Forest Reserve. Uma placa na praça de armas homenageia o líder revolucionário Maurice Bishop, primeiro-ministro de Granada até 1983, ano em que foi executado. Faz valer a íngreme caminhada desde o Sally Port, entrando pelo Esplanade.

  14. Forte Oranje

    Siga os canhões na direção sul ao longo da costa até chegar a um pequeno baluarte construído nos anos 1700 pelos holandeses.
    Agora, funciona como tribunal. Na sala ao lado, há um pequeno museu (entrada gratuita; h8-12h e 13h30-4h30 seg-sex) que exibe fotos antigas, entre outras coisas. Atrás da porta não sinalizada à esquerda do museu, ficam os banheiros públicos mais limpos da cidade.

  15. Garrison Savannah Area

    Cerca de 2km ao sul do centro de Bridgetown, espalhando-se para o interior pelo lado sul de Carlisle Bay, ficava a base do British Windward and Leeward Islands Command nos anos 1800. Um ponto importante é a Savannah, em formato oval, que já foi local de desfiles e hoje é utilizada para jogos de críquete, caminhadas e, aos sábados, corridas de cavalo. Ao longo do lado oeste da Savannah ficam alguns dos mais decorados prédios coloniais de Garrison, onde você encontrará canhões de ferro do século 17.