África

Atrações em África

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  1. Baraka Community Partnerships

    Em parceria com a Associação da Vila de Tighza, a ONG britânica Baraka Partnerships oferece oportunidades de trabalho voluntário na remota vila rural da Tighza (a 16km de Telouet). Os atuais projetos de longo prazo envolvem a substituição de 2km de canais de irrigação, e grupos maiores podem ajudar no plantio de árvores. O trabalho é financiado por doações (Dh350 ou mais, dependendo do projeto), que podem ser feitas no local ou pelo site.

  2. Casbá Glaoui

    O outrora glorioso bastião foi abandonado e caiu em ruínas. O que denuncia a antiga posição de Telouet como centro de um império comercial transsaariano são as salas de recepção no segundo andar. Nada menos que 300 artesãos colaboraram nos ambientes com estuque trabalhado, zellijes e teto cedro pintado, que fazem o real Palácio da Bahia, em Marrakech, parecer obra de principiante. Após a independência, o paxá Glaoui foi deposto e pouco depois morreu de câncer no exílio em Telouet.

  3. Gaborone Game Reserve

    Essa pequena reserva foi criada em 1988 para que os moradores tivessem a oportunidade de ver a vida selvagem de
    Botsuana em um local natural e acessível. Tem elandes, gnus, órix, cudos, avestruzes e javalis-africanos, assim como uma rica fauna de aves. Todas as estradas são acessíveis a carros normais. Fica um quilômetro a leste do Broadhurst
    Mall e o acesso se dá pela Limpopo Dr.

  4. Hlane Royal National Park

    Esse parque nacional no nordeste da Suazilândia fica perto dos antigos campos de caça reais e oferece passeios incríveis para observar animais (rinocerontes brancos, espécies diversas de antílopes, elefantes e leões). Há ainda trilhas guiadas, excursões de 2 horas (mínimo de 2 pessoas), passeio cultural pela aldeia (mínimo de 4 pessoas) e aluguel de bicicletas. Táxis micro‑ônibus para Simunye deixam você na entrada (a 7km de Simunye).

  5. Kamuzu Mausoleum

    O mausoléu de mármore e granito do Dr. Hastings Kamuzu Banda fica em Heroes Acre. A construção terminou em 2006 ao custo colossal de US$ 600 mil.

  6. Koubba Ba’adiyn

    Os almóadas destruíram tudo que seus antecessores almorávidas construíram em Marrakech, mas esqueceram esse pequeno e gracioso koubba (santuário) do século 12, em frente à mesquita Ali ben Youssef, que provavelmente era usado para abluções. Essa relíquia arquitetônica revela o que a arquitetura hispano-mourisca deve aos almorávidas: arcos em ferradura, abóbadas, arabescos e cúpulas sobre bases recortadas.

  7. Lilongwe Wildlife Centre

    (entrada MK1.500) Instituição educativa e de resgate de animais. O foco é reabilitar animais em estado selvagem, com uma política rígida de manter apenas os contatos essenciais, não criar e não comercializar. Os tours ocorrem das 9h às 14h e depois às 15h30 e 16h30. Inspirador.

  8. Lusaka City Market

    De frente para a caótica e congestionada rodoviária da cidade, e para uma verdadeira linha Maginot de camelôs, explorar o Lusaka City Market pode ser um desafio. Infelizmente, embora o lugar seja grande, animado e lotado até o teto, as roupas e utensílios domésticos vendidos em um labirinto de barracas não são de interesse para o viajante tradicional.

  9. Masitise Cave House Museum

    A cerca de 1,5 quilômetro da rodovia e cinco quilômetros a oeste de Quthing fica o intrigante Masitise Cave House Museum (entrada com doação), construído em um abrigo de pedra san em 1866 pelo reverendo Ellenberger. Peça a chave para o pastor local na casa ao lado da igreja. As acomodações são na base do B&B e em rondavels antigos. Há arte rupestre san ali perto

  10. Mausoléu de Aghmat

    O túmulo de Al-Mutamid é abrigado num mausoléu abobadado de estilo almorávida próximo à via principal, em um jardim fechado. Em 1950, o túmulo do dissidente foi palco de um protesto contra a ocupação francesa violentemente reprimido pelo paxá Glaoui, um evento importanto no movimento de independência do Marrocos.

  11. Mellah de Fès el-Jdid

    No século 14, Fès el-Jdid foi um refúgio para judeus, o que levou à criação de um mellah (bairro judaico). Registros sugerem que a transferência foi planejada para oferecer maior proteção aos judeus. E eles certamente reconheciam a generosidade do sultão, retribuindo com lealdade em momentos de conflito. Cerca de 200 judeus permanecem em Fez, mas todos já deixaram o mellah e vivem na ville nouvelle. Suas casas antigas ainda estão de pé, com varandas abertas voltadas para as ruas em marcante contraste com estilos muçulmanos.

  12. Mesquita e Universidade Al Quaraouiyine

    Uma das maiores mesquitas da África e possivelmente a universidade mais antiga do mundo, esse complexo é o coração espiritual de Fez e do Marrocos. Fundado em 859 pela refugiada tunisiana Fatima el-Fihria e expandida pelos almorávidas no século 12, a mesquita tem capacidade para até 20 mil fiéis. De tão grande, pode até ser difícil vê-la: com o passar dos séculos, as ruas e casas do bairro de Quaraouiyine avançaram de tal forma na direção do prédio que ocultam seu formato original. O complexo foi restaurado recentemente, mas é proibida a entrada de não mulçumanos, que têm de se contentar em observar o pátio a partir do portão principal no Derb Boutouil. Ou melhor ainda, admire-o de qualquer ponto alto da medina: o enorme teto verde piramidal e o minarete logo se insinuarão.

  13. Mlilwane Wildlife Sanctuary

    Essa bonita e tranquila reserva particular perto de Lobamba foi a primeira área protegida da Suazilândia, criada nos anos
    1950 pelo ambientalista Ted Reilly. Ele inaugurou depois a Mkhaya Game Reserve e supervisionou a implantação do Hlane Royal National Park. Mlilwane significa “pequena fogueira”, e o nome foi escolhido depois que uma queda de raios provocou vários pequenos incêndios.

  14. Mukuvisi Woodlands Environmental Centre

    A sete quilômetros da cidade, a maioria de seus 265 hectares é de vegetação msasa nativa, onde passeiam zebras e girafas. Veja da plataforma (leve binóculos), a pé, de bicicleta ou em um safári a cavalo ($12). A observação
    de aves é ótima ($20 por 3h). Note que há cercados deprimentes de animais.

  15. Museu Dar Jamaï

    Com vista para a Pl el-Hedim, o Dar Jamaï é um palácio construído em 1882 pela poderosa família Jamaï, dois dos quais foram vizires do sultão Moulay al-Hassan I. Quando o sultão morreu, em 1894, a família se enredou com a política da corte e perdeu tudo, inclusive o palácio, que foi repassado para a poderosa família Al-Glaoui. Em 1912, os franceses converteram o palácio em hospital militar. Em 1920, o prédio passou a abrigar a Administration des Beaux Arts e um dos melhores museus do Marrocos. As exposições incluem cerâmicas tradicionais, joias, tapetes e alguns tecidos e bordados fantásticos. Procure pelas selas com brocados e os belos exemplos de bordados de Meknès (incluindo alguns extravagantes kaftans de ouro e prata). O koubba (santuário com cúpula) no andar superior é decorado como um salão tradicional, com tapetes de luxo e almofadas. O museu também tem um belo acervo de tapetes antigos, que representam os variados estilos das diferentes regiões do Marrocos. As exposições são organizadas, com explicações em francês, árabe e, às vezes, inglês. O jardim andaluz e o pátio do museu são lugares tranquilos e sombreados com frondosas laranjeiras.